Foi esse o título na notícia publicada ontem na Folha que chamou minha atenção.
A boneca em questão é uma edição limitada para colecionadores adultos, lançada pela grife Tokidoki e tem essa carinha aí:
Linda, não?
Obviamente, foge aos padrões de beleza tradicionais americanos, mas não deixa de ser estilosa e ultramoderna. Ao que tudo indica, presentear meninas em fase de formação com bonecas Barbie e seu corpo esquálido e sua beleza surreal inatingível tudo bem, mas dar de presente uma versão alternativa da mesma boneca... jamais! Isso vai corromper as pobres criaturinhas e transformá-las em loucas-vadias-adoradoras-do-Satã.
Eu já tinha falado sobre Barbies e outros brinquedos AQUI. É muito triste constatar que em pleno século XXI as pessoas ainda são tão medievais. Se gabam de ter tanta tecnologia nas mãos, mas não sabem o que fazer com isso. Adoram espalhar por aí que vivemos em tempos modernos, de igualdade entre os sexos e liberdade feminina, e as próprias mães (como sempre) são as primeiras a esfregarem os valores machistas na cara de suas filhas e a empurrarem a ditadura da beleza goela abaixo das coitadas.
Mas ainda bem que algumas mães parecem raciocinar antes de sair despejando bobagens em cima de suas crias. Como bem colocou uma das entrevistadas, "Eles estão capturando um flagrante da cultura pop do jeito que ela realmente é. A Barbie não está criando a minha filha. Eu é quem estou". Outra mãe toca ainda num outro ponto crucial: o problema não são as tatuagens. "O que é inadequado para as crianças são as medidas dela", afirmou, referindo-se às curvas da boneca. "Se ela pode mudar de personalidade, por que não pode mudar de forma e tamanho?". Disse tudo.
Então é isso. Eu não tenho filhos e nem pretendo ter, mas, se tivesse, trataria de lembrar que a boneca é apenas um brinquedo, quem tem a palavra final são os pais. A menininha vai pirar e começar a implorar por tatuagens e piercings? Talvez. Cabe aos pais explicar que ela precisa ter uma idade X para fazer tais coisas e, quem sabe, dizer que ela pode ter uma tatuagem de adesivo ou henna. Se a criança for pequena, tiver até uns 10 anos, acho que nem vai reparar na diferença de uma tattoo real ou temporária. Na verdade, acho que vai até gostar mais das removíveis, já que poderá trocar sempre. Se a menina for mais velha que isso, provavelmente fará um draminha adolescente, mas não importa. Saber ouvir um "não" não vai matá-la. Aliás, acho que é isso que falta atualmente. Dizer não aos filhos. Talvez se eles ouvissem menos “não” quando crianças, não se achariam o centro do mundo quando adultos.
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sexta-feira, 28 de outubro de 2011
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Querido Papai Noel
Querido Papai Noel,
Tudo bem por aí?
Sei que já faz alguns anos que não escrevo, mas nunca é tarde para resgatar o passado, não é mesmo?
Já estou meio grandinha para dizer que este ano fui uma boa menina e que obedeci a meus pais, mas posso dizer que tenho sido uma boa pessoa, na medida do possível (pelo menos eu tento). Trabalho direitinho, pago meus impostos, tento ser educada e calma (OK, essa parte é difícil às vezes...). Procuro não xingar e não desejar coisas más (o que nem sempre é possível também), mas enfim... paciência tem limite e, como o senhor deve saber, a minha é proporcional ao tamanho, então já viu... acaba tão rápido quanto a distribuição do bolo de aniversário da cidade de São Paulo (essa, aliás, uma tradição que parece finalmente ter sido abandonada).
Mas voltando ao assunto, gostaria de ganhar neste natal uma coisa que tem sido meu objeto de desejo há muito tempo: um taco de baseball. Sim... foi amor à primeira vista. Quando assisti ao filme “Um dia de fúria” e vi Michael Douglas usando um taco de baseball de forma tão sublime, percebi como seria útil e divertido ter um instrumento desses ao meu lado.
Desde então venho sonhando com um. Não que eu tenha a intenção de usá-lo, de fato, contra alguém (apesar de ter certos tipos que mereçam...), mas só o fato de possuí-lo e poder desfilar com ele por aí, girando-o despretensiosamente em minhas mãos enquanto caminho pela cidade, ahhhhh... isso seria perfeito. Imagine chegar nos lugares em que te tratam mal na companhia de tal objeto... já faria com que as pessoas te olhassem diferente. E entrar em locais em que te fazem de besta então? Bastaria um pequeno giro de 360o C do meu companheiro de aventuras, talvez uma leve batida no balcão, um arremesso de monitor... e tudo que o que venho tentando resolver há meses seria solucionado como num passe de mágica...
Fiz uma pesquisa rápida e descobri que os tacos de baseball são feitos de vários materiais. Segue abaixo os principais tipos:
Pode escolher de acordo com sua preferência ou orçamento. Pode ter certeza de que qualquer um deles me deixará muito feliz.
Agradeço desde já.
Beijos e até o natal!
Tudo bem por aí?
Sei que já faz alguns anos que não escrevo, mas nunca é tarde para resgatar o passado, não é mesmo?
Já estou meio grandinha para dizer que este ano fui uma boa menina e que obedeci a meus pais, mas posso dizer que tenho sido uma boa pessoa, na medida do possível (pelo menos eu tento). Trabalho direitinho, pago meus impostos, tento ser educada e calma (OK, essa parte é difícil às vezes...). Procuro não xingar e não desejar coisas más (o que nem sempre é possível também), mas enfim... paciência tem limite e, como o senhor deve saber, a minha é proporcional ao tamanho, então já viu... acaba tão rápido quanto a distribuição do bolo de aniversário da cidade de São Paulo (essa, aliás, uma tradição que parece finalmente ter sido abandonada).
Mas voltando ao assunto, gostaria de ganhar neste natal uma coisa que tem sido meu objeto de desejo há muito tempo: um taco de baseball. Sim... foi amor à primeira vista. Quando assisti ao filme “Um dia de fúria” e vi Michael Douglas usando um taco de baseball de forma tão sublime, percebi como seria útil e divertido ter um instrumento desses ao meu lado.
Desde então venho sonhando com um. Não que eu tenha a intenção de usá-lo, de fato, contra alguém (apesar de ter certos tipos que mereçam...), mas só o fato de possuí-lo e poder desfilar com ele por aí, girando-o despretensiosamente em minhas mãos enquanto caminho pela cidade, ahhhhh... isso seria perfeito. Imagine chegar nos lugares em que te tratam mal na companhia de tal objeto... já faria com que as pessoas te olhassem diferente. E entrar em locais em que te fazem de besta então? Bastaria um pequeno giro de 360o C do meu companheiro de aventuras, talvez uma leve batida no balcão, um arremesso de monitor... e tudo que o que venho tentando resolver há meses seria solucionado como num passe de mágica...
Fiz uma pesquisa rápida e descobri que os tacos de baseball são feitos de vários materiais. Segue abaixo os principais tipos:
Pode escolher de acordo com sua preferência ou orçamento. Pode ter certeza de que qualquer um deles me deixará muito feliz.
Agradeço desde já.
Beijos e até o natal!
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Dia das Crianças
Amanhã se comemora o Dia das Crianças.
No entanto, mais triste que isso é perceber como as meninas são criadas para serem donas de casa felizes e esposas perfeitas. Claro, para algumas mulheres isso é tudo o que almejam ser. Mas nem todas. E, para as pobres garotinhas, não existe nem a chance de sonhar em ser outra coisa. Vejam bem, quais brinquedos são destinados às garotas? Bebês (que choram/falam/riem/cagam - super divertido, não?) e apetrechos para o lar (vassouras, panelas, tábuas de passar - emocionante, hein?). Ahhhh, sim... ia esquecendo.
E os meninos? Já repararam nos brinquedos de meninos? É jato, carro de corrida, kit de espião... Vários super-herois. Armas de todos os tipos (espadas, facas, metralhadoras, estrelas ninja). Podem ser desbravadores espaciais ou cowboys. Policiais ou bandidos. Guerreiros ou pilotos. Carros de controle remoto, pistas de automobilismo, bases militares. Nunca vi nenhum kit de “Contador”, “Gari”, “Garçom”, “Vendedor de Seguro”. Por que será? Isso é justo???
Então, pense nisso antes de dar à sua filha/sobrinha/neta/afilhada uma "linda cozinha completa". Por que não um livro, jogo, cinto de Bat-utilidades?
Eu nunca tive grandes expectativas nessa data, já que faço aniversário poucos dias antes. Então, meu presente sempre foi “2 em 1”. Era muito mais fã de Natal. E de Páscoa, lógico. Aliás, Páscoa é o único feriado comercial que aprecio. Nada supera um bom chocolate.
Mas não era isso que eu ia dizer. Ia só fazer uma observação nostálgica sobre o tempo em que ganhar uma boneca ou um carrinho simples era suficiente para as crianças. Lógico, para algumas, isso ainda é um sonho distante e seria a felicidade completa. Porém, ninguém escapa dos apelos tecnológicos e da propaganda maciça. Um brinquedo que não faz nada sozinho não tem apelo. As crianças de hoje querem ganhar celular, I-pod, computador e roupas de marca. Triste...
No entanto, mais triste que isso é perceber como as meninas são criadas para serem donas de casa felizes e esposas perfeitas. Claro, para algumas mulheres isso é tudo o que almejam ser. Mas nem todas. E, para as pobres garotinhas, não existe nem a chance de sonhar em ser outra coisa. Vejam bem, quais brinquedos são destinados às garotas? Bebês (que choram/falam/riem/cagam - super divertido, não?) e apetrechos para o lar (vassouras, panelas, tábuas de passar - emocionante, hein?). Ahhhh, sim... ia esquecendo. Há a Barbie, o nosso ideal de beleza inalcançável, com sua vida glamorosa e várias opções de carreira interessantíssimas, mas... como toda boa “princesa”, só é feliz quando encontra seu grande amor. Sim, porque, pra que serve uma princesa afinal? Não manda em nada, porque princesa não é rainha; não tem nenhum superpoder; só se mete em confusão e depende do príncipe encantado pra resolver todos os seus problemas.
E os meninos? Já repararam nos brinquedos de meninos? É jato, carro de corrida, kit de espião... Vários super-herois. Armas de todos os tipos (espadas, facas, metralhadoras, estrelas ninja). Podem ser desbravadores espaciais ou cowboys. Policiais ou bandidos. Guerreiros ou pilotos. Carros de controle remoto, pistas de automobilismo, bases militares. Nunca vi nenhum kit de “Contador”, “Gari”, “Garçom”, “Vendedor de Seguro”. Por que será? Isso é justo???
Pra mim nunca foi. Lógico que tive minhas bonecas, minhas cozinhas, minhas Barbies, mas nunca foram, nem de longe, minhas brincadeiras favoritas. Vez ou outra chamava umas amiguinhas ou ia até a casa delas para “brincadeiras de meninas”. Mas sempre gostei mais dos brinquedos de meninos. Para minha sorte eu tenho um irmão. E a gente sempre brincava com seus Comandos em Ação (que agora, como todos os brinquedos, ganharam apelo gringo e foram rebatizados de “G.I. Joe”), pistolas, espadas, carrinhos de controle remoto. É claro que eu sempre ficava com o lado dos “malvados” e me dava mal no final, mas nada disso importava. E, de quebra, minha Barbie às vezes roubava a Ferrari de controle remoto e saía feito louca, atropelando várias Chuquinhas, bolando um plano mirabolante com o soldado rastejante e assaltando o Boca Rica. Muuuuuuuuuito mais legal!
Então, pense nisso antes de dar à sua filha/sobrinha/neta/afilhada uma "linda cozinha completa". Por que não um livro, jogo, cinto de Bat-utilidades?
quinta-feira, 18 de março de 2010
Como se destacar nos negócios
E esta apareceu hoje no G1:
Ministério Público vai investigar loja que oferece vaca na compra de carro
Promoção foi feita por revendedora de São José dos Campos.
Para promotoria, normais de proteção animal podem ter sido feridas.
O Ministério Público do Meio Ambiente vai investigar a promoção feita por uma revendedora de veículos de São José dos Campos, a 97 km de São Paulo, que dava uma vaca de presente aos clientes que comprassem um carro no local. Os promotores alegam que a propaganda pode ter ferido as normas de proteção animal.
Na semana passada, Charles Santana, dona da loja, publicou o anúncio no jornal. A promoção chamou a atenção dos clientes. Uma pessoa chegou a adquirir um veiculo e com um animal faria um churrasco para a festa de aniversario de casamento dos pais.
Foi justamente esse ponto que a promotora ambiental questionou: em quais condições a vaca ficaria e como seria sacrificada. O comerciante informou que, em vez da vaca viva, vai comprar 60 kg de carne no açougue.
Notícia e vídeo AQUI.
***********************************************************
É isso que dá querer inovar e deixar o cérebro na geladeira...
E depois de ser informado da péssima ideia, ainda tem mais uma ideia ruim...
Se não queria ser igual aos outros dando de brinde celulares, televisões e computadores, poderiam dar algo referente ao carro, como som, seguro, IPVA grátis, vidros blindados (que estão cada vez mais populares e são bem caros). Poderiam dar algo que não tem (diretamente) a ver com o carro, como uma viagem, dias num spa, almoço num lugar chique, sei lá... Tantas opções sem envolver animais, não?
Ministério Público vai investigar loja que oferece vaca na compra de carro
Promoção foi feita por revendedora de São José dos Campos.
Para promotoria, normais de proteção animal podem ter sido feridas.
O Ministério Público do Meio Ambiente vai investigar a promoção feita por uma revendedora de veículos de São José dos Campos, a 97 km de São Paulo, que dava uma vaca de presente aos clientes que comprassem um carro no local. Os promotores alegam que a propaganda pode ter ferido as normas de proteção animal.
Na semana passada, Charles Santana, dona da loja, publicou o anúncio no jornal. A promoção chamou a atenção dos clientes. Uma pessoa chegou a adquirir um veiculo e com um animal faria um churrasco para a festa de aniversario de casamento dos pais.
Foi justamente esse ponto que a promotora ambiental questionou: em quais condições a vaca ficaria e como seria sacrificada. O comerciante informou que, em vez da vaca viva, vai comprar 60 kg de carne no açougue.
Notícia e vídeo AQUI.
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É isso que dá querer inovar e deixar o cérebro na geladeira...
E depois de ser informado da péssima ideia, ainda tem mais uma ideia ruim...
Se não queria ser igual aos outros dando de brinde celulares, televisões e computadores, poderiam dar algo referente ao carro, como som, seguro, IPVA grátis, vidros blindados (que estão cada vez mais populares e são bem caros). Poderiam dar algo que não tem (diretamente) a ver com o carro, como uma viagem, dias num spa, almoço num lugar chique, sei lá... Tantas opções sem envolver animais, não?
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
E viva os argumentos sem sentido!
Hoje de manhã, assistindo o jornal, vi a notícia de um moleque de 12 anos maltratando um touro, o que alguns pensam ser um ato de bravura. Quando o touro finalmente resolve contra-atacar, o pai do moleque invade a arena, afasta o touro e faz o filho voltar lá para terminar o serviço. O touro acerta o pivete mais uma vez, agora atacando também o pai. Infelizmente, ao contrário do touro, os dois energúmenos sobreviveram.
Vendo o vídeo novamente no site do G1, o que mais me choca não é a notícia em si, mas os comentários de certos leitores. Seria até engraçado, se não fosse desanimador, ler comentários de gente que justifica as atrocidades cometidas contra o pobre touro como “parte da cultura do povo X” ou ainda “faz parte do esporte”. Pior, outros que querem defender o ponto de vista e usam argumentos que não têm nada a ver com a história, tipo “deveriam parar de se preocupar com o touro e fazer alguma coisa para ajudar as crianças do Haiti”, ou de qualquer outro lugar que esteja “na moda” (adoro quando colocam crianças no meio do assunto).
Em primeiro lugar, é sabido que pessoas que se “preocupam” em ajudar crianças de qualquer lugar e que ficam indignadas com a atenção dispensada aos animais de fato não ajudam ninguém. Ficam só no blablabla. Se de fato ajudassem, não criticariam a ajuda a outras formas de vida. Segundo que, neste caso específico, o fato de defender ou não o touro não afeta em nada o horror que devem estar vivendo as crianças no Haiti. É perfeitamente possível lutar pelos direitos do touro e se empenhar para ajudar os desabrigados, não só do Haiti, mas de vários lugares.
Por fim, o mais triste são os argumentos de “cultura” e “esporte”, que são repetidos a torto e direito por seres que mais parecem papagaios (sem ofensa, penosos!) e seguem reproduzindo frases que ouviram outros papagaios repetirem sem nem ao menos pararem para pensar se fazem sentido. O argumento da “cultura” é sempre utilizado quando se que quer dar credibilidade a algo, provar que alguma coisa é feita do mesmo jeito há séculos. Aí já está a dica que de algo está errado. Se uma coisa não mudou em nada há séculos, se não evoluiu, se ninguém nem ao menos tentou fazer diferente, só pode haver um problema. Se vamos seguir “cultura” teremos que voltar à época das cavernas, fazer as coisas como eram feitas no período paleolítico. OK. Fui longe demais. Que tal voltar até a época em que se queimavam mulheres em fogueiras porque eram “bruxas”? Ou o que acham de voltar a utilizar escravos? Vamos queimar nossos trajes e aparelhos elétricos, fazer as coisas como antigamente, que tal?
Quanto ao argumento de “esporte”, talvez eu esteja enganada mas, ao meu ver, não há nada que demonstre as habilidades de um esportista ao se torturar um touro com lanças, ou ao se atirar em animais assustados para provar a boa mira (um alvo móvel inanimado cumpre a função tão bem quanto um ser vivo) ou ao expor animais ao estresse e desgaste físico desnecessários para se provar o quanto um jóquei é bom (quem está demonstrando habilidade é o cavalo, não jóquei).
Que argumentos restam agora para comprovar a estupidez humana?
Vendo o vídeo novamente no site do G1, o que mais me choca não é a notícia em si, mas os comentários de certos leitores. Seria até engraçado, se não fosse desanimador, ler comentários de gente que justifica as atrocidades cometidas contra o pobre touro como “parte da cultura do povo X” ou ainda “faz parte do esporte”. Pior, outros que querem defender o ponto de vista e usam argumentos que não têm nada a ver com a história, tipo “deveriam parar de se preocupar com o touro e fazer alguma coisa para ajudar as crianças do Haiti”, ou de qualquer outro lugar que esteja “na moda” (adoro quando colocam crianças no meio do assunto).
Em primeiro lugar, é sabido que pessoas que se “preocupam” em ajudar crianças de qualquer lugar e que ficam indignadas com a atenção dispensada aos animais de fato não ajudam ninguém. Ficam só no blablabla. Se de fato ajudassem, não criticariam a ajuda a outras formas de vida. Segundo que, neste caso específico, o fato de defender ou não o touro não afeta em nada o horror que devem estar vivendo as crianças no Haiti. É perfeitamente possível lutar pelos direitos do touro e se empenhar para ajudar os desabrigados, não só do Haiti, mas de vários lugares.
Por fim, o mais triste são os argumentos de “cultura” e “esporte”, que são repetidos a torto e direito por seres que mais parecem papagaios (sem ofensa, penosos!) e seguem reproduzindo frases que ouviram outros papagaios repetirem sem nem ao menos pararem para pensar se fazem sentido. O argumento da “cultura” é sempre utilizado quando se que quer dar credibilidade a algo, provar que alguma coisa é feita do mesmo jeito há séculos. Aí já está a dica que de algo está errado. Se uma coisa não mudou em nada há séculos, se não evoluiu, se ninguém nem ao menos tentou fazer diferente, só pode haver um problema. Se vamos seguir “cultura” teremos que voltar à época das cavernas, fazer as coisas como eram feitas no período paleolítico. OK. Fui longe demais. Que tal voltar até a época em que se queimavam mulheres em fogueiras porque eram “bruxas”? Ou o que acham de voltar a utilizar escravos? Vamos queimar nossos trajes e aparelhos elétricos, fazer as coisas como antigamente, que tal?
Quanto ao argumento de “esporte”, talvez eu esteja enganada mas, ao meu ver, não há nada que demonstre as habilidades de um esportista ao se torturar um touro com lanças, ou ao se atirar em animais assustados para provar a boa mira (um alvo móvel inanimado cumpre a função tão bem quanto um ser vivo) ou ao expor animais ao estresse e desgaste físico desnecessários para se provar o quanto um jóquei é bom (quem está demonstrando habilidade é o cavalo, não jóquei).
Que argumentos restam agora para comprovar a estupidez humana?
quinta-feira, 26 de março de 2009
Brinde desnecessário
Oi, pessoas!
Depois de uma semana conturbada no trabalho e em casa, finalmente tive um tempinho para postar. E lá vou eu reclamar. Sim, eu reclamo muito, mas o essencial é reclamar e fazer algo para mudar a situação, e não ficar fazendo discursos inflamados em pontos de ônibus, filas de banco e elevadores. Se as pessoas ficassem indignadas e fizessem algo a respeito, o mundo não seria essa ‘maravilha’ que é. Principalmente nosso amado povo brasileiro, que é cheio de blablabla mas, no fundo, não se importa com nada além de futebol, carnaval e subcelebridades.
Pois bem, a reclamação de hoje é contra a falta de responsabilidade ambiental (ou seja, a boa e velha falta de noção). Hoje fui até a Marisa (a loja) comprar uns itens básicos de vestuário (leia-se calcinhas e sutiãs). Se você já comprou lingerie nessa loja já deve ter reparado que essas peças vêm em pequenos cabides plásticos, que você leva para casa. Sabendo que jogaria os cabides no lixo e que isso seria um total desperdício, pedi à moça do caixa para retirá-los e disse o motivo. Nisso ela diz que não estava autorizada a retirar as roupas dos cabides e que eu poderia fazê-lo, mas que os cabides seriam jogados fora de qualquer jeito. Como assim? São cabides de plástico! Por que não usá-los novamente?

Óbvio que são perguntas demais para a pobre moça que só estava fazendo seu trabalho, mas não me conformo. Em plena moda ambiental (que não tem nada a ver com moda, apenas com a pura e simples lógica aplicada à população que não para de crescer e aos recursos que estão cada vez mais escassos) eu sou obrigada a ouvir isso?
Cheguei em casa e mandei um e-mail para o SAC da Marisa, questionando esse absurdo. Vamos aguardar a resposta...
Bjo!
Imagem: Ciram
Depois de uma semana conturbada no trabalho e em casa, finalmente tive um tempinho para postar. E lá vou eu reclamar. Sim, eu reclamo muito, mas o essencial é reclamar e fazer algo para mudar a situação, e não ficar fazendo discursos inflamados em pontos de ônibus, filas de banco e elevadores. Se as pessoas ficassem indignadas e fizessem algo a respeito, o mundo não seria essa ‘maravilha’ que é. Principalmente nosso amado povo brasileiro, que é cheio de blablabla mas, no fundo, não se importa com nada além de futebol, carnaval e subcelebridades.
Pois bem, a reclamação de hoje é contra a falta de responsabilidade ambiental (ou seja, a boa e velha falta de noção). Hoje fui até a Marisa (a loja) comprar uns itens básicos de vestuário (leia-se calcinhas e sutiãs). Se você já comprou lingerie nessa loja já deve ter reparado que essas peças vêm em pequenos cabides plásticos, que você leva para casa. Sabendo que jogaria os cabides no lixo e que isso seria um total desperdício, pedi à moça do caixa para retirá-los e disse o motivo. Nisso ela diz que não estava autorizada a retirar as roupas dos cabides e que eu poderia fazê-lo, mas que os cabides seriam jogados fora de qualquer jeito. Como assim? São cabides de plástico! Por que não usá-los novamente?

Óbvio que são perguntas demais para a pobre moça que só estava fazendo seu trabalho, mas não me conformo. Em plena moda ambiental (que não tem nada a ver com moda, apenas com a pura e simples lógica aplicada à população que não para de crescer e aos recursos que estão cada vez mais escassos) eu sou obrigada a ouvir isso?
Cheguei em casa e mandei um e-mail para o SAC da Marisa, questionando esse absurdo. Vamos aguardar a resposta...
Bjo!
Imagem: Ciram
quinta-feira, 5 de março de 2009
Ah, a Igreja...
ATENÇÃO! Este texto é de cunho religioso e pode ofender os fiéis mais fervorosos e medievais. Se este é seu caso, não prossiga.
Não diga que não avisei...
Acho que todo mundo já deve estar sabendo do caso da menina de 9 anos, de Pernambuco, que estava grávida de gêmeos porque havia sido estuprada por seu padrasto. Pois bem, como se apenas a frase acima não fosse suficiente para chocar, o negócio fica ainda pior: a garota era abusada desde os 6 anos e que o Arcebispo do local excomungou os pais da menina e os médicos envolvidos no aborto, que obviamente foi feito dentro da lei, pois era caso de estupro e risco de morte.
Eu já disse aqui e repito que a cada dia que passa a Igreja Católica perde mais fiéis, justamente por realizar atos tão descabíveis quanto a referida excomunhão. Que me desculpem aqueles de alma mais elevada e os que acreditam no poder divino ou na justiça dos homens, mas eu sou uma pessoa cética e, em casos de estupro, não há desculpa, não há perdão, não há julgamento na Terra ou no Céu. Sei que pode parecer barbárie (e talvez seja) mas, nesses casos, nada me parece mais justo do que o famoso “Olho por olho, dente por dente”. Prisão perpétua, cadeira elétrica, câmara de gás, injeção letal, Dia do Julgamento... nada disso é o suficiente, simplesmente porque em grande parte das vezes o lixo que faz esse tipo de coisa não se arrepende e, ainda por cima, só faz isso porque ataca vítimas muito menores e mais fracas que ele. Assim é fácil, não é mesmo? Por que não se garante e vai bancar o machão dentro da cadeia? A primeira coisa que fazem é dar uma de coitadinhos e pedir cela especial. E as vítimas? Tiveram chance de escolher alguma coisa?
Enfim...pior do que esse tipo de lixo, só aquele que se julga acima do bem e do mal só porque usa batina. Veja bem, quem excomunga as pessoas não é Deus; são os padres, bispos, arcebispos, papas e sei lá mais quem. Só uma perguntinha: quem deu esse poder a eles?
Sem contar a hipocrisia e o comércio em que transformam a fé.
Mas sobre isso eu falo outro dia.
*A minha parte favorita é quando o infeliz diz: “A Igreja, então, é muito benévola, quer dizer, sobretudo, com os menores”. Ah! Benevolência sem fim...
Para ler ouvindo: Titãs – Igreja
Não diga que não avisei...
Acho que todo mundo já deve estar sabendo do caso da menina de 9 anos, de Pernambuco, que estava grávida de gêmeos porque havia sido estuprada por seu padrasto. Pois bem, como se apenas a frase acima não fosse suficiente para chocar, o negócio fica ainda pior: a garota era abusada desde os 6 anos e que o Arcebispo do local excomungou os pais da menina e os médicos envolvidos no aborto, que obviamente foi feito dentro da lei, pois era caso de estupro e risco de morte.
Eu já disse aqui e repito que a cada dia que passa a Igreja Católica perde mais fiéis, justamente por realizar atos tão descabíveis quanto a referida excomunhão. Que me desculpem aqueles de alma mais elevada e os que acreditam no poder divino ou na justiça dos homens, mas eu sou uma pessoa cética e, em casos de estupro, não há desculpa, não há perdão, não há julgamento na Terra ou no Céu. Sei que pode parecer barbárie (e talvez seja) mas, nesses casos, nada me parece mais justo do que o famoso “Olho por olho, dente por dente”. Prisão perpétua, cadeira elétrica, câmara de gás, injeção letal, Dia do Julgamento... nada disso é o suficiente, simplesmente porque em grande parte das vezes o lixo que faz esse tipo de coisa não se arrepende e, ainda por cima, só faz isso porque ataca vítimas muito menores e mais fracas que ele. Assim é fácil, não é mesmo? Por que não se garante e vai bancar o machão dentro da cadeia? A primeira coisa que fazem é dar uma de coitadinhos e pedir cela especial. E as vítimas? Tiveram chance de escolher alguma coisa?
Enfim...pior do que esse tipo de lixo, só aquele que se julga acima do bem e do mal só porque usa batina. Veja bem, quem excomunga as pessoas não é Deus; são os padres, bispos, arcebispos, papas e sei lá mais quem. Só uma perguntinha: quem deu esse poder a eles?
Sem contar a hipocrisia e o comércio em que transformam a fé.
Mas sobre isso eu falo outro dia.
*A minha parte favorita é quando o infeliz diz: “A Igreja, então, é muito benévola, quer dizer, sobretudo, com os menores”. Ah! Benevolência sem fim...
Para ler ouvindo: Titãs – Igreja
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
O Brasil é o país do futuro
Este país cada dia me dá mais “orgulho”.
A Folha publicou segunda (09/02/09) só mais um atestado de mediocridade do nosso povo brasileiro: Dos 214 mil professores temporários que fizeram uma prova classificatória para cargos na rede estadual de ensino em São Paulo, 3 mil tiraram nota 0. Calma! Vou repetir para confirmar que não foi erro de digitação TRÊS MIL professores tiraram Z-E-R-O! Ou seja, não acertaram NENHUMA questão da matéria que ministram ou ministrarão. Como se isso não bastasse, tais “professores” não poderão ter o cargo contestado, isto é, não são concursados, não sabem nada do que deveriam ensinar e mesmo assim vão continuar espalhando sua ignorância por aí.
O que se poderia esperar de um povo que elege (2 vezes!) um presidente que se orgulha de não ter estudado?

É só mais uma notícia "Sad But True"...
A Folha publicou segunda (09/02/09) só mais um atestado de mediocridade do nosso povo brasileiro: Dos 214 mil professores temporários que fizeram uma prova classificatória para cargos na rede estadual de ensino em São Paulo, 3 mil tiraram nota 0. Calma! Vou repetir para confirmar que não foi erro de digitação TRÊS MIL professores tiraram Z-E-R-O! Ou seja, não acertaram NENHUMA questão da matéria que ministram ou ministrarão. Como se isso não bastasse, tais “professores” não poderão ter o cargo contestado, isto é, não são concursados, não sabem nada do que deveriam ensinar e mesmo assim vão continuar espalhando sua ignorância por aí.
O que se poderia esperar de um povo que elege (2 vezes!) um presidente que se orgulha de não ter estudado?

É só mais uma notícia "Sad But True"...
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Mistério da Santa Casa
Onde foram parar os gatos da Santa Casa de São Paulo?

Para quem não sabe, na Santa Casa havia aproximadamente 300 gatos, que eram jogados lá regularmente, pelos mais diversos motivos. Ao que parece, uma das enfermeiras de lá cuidava deles e os castrava, na medida do possível. Acontece que por medidas sanitárias os gatos não podiam ficar por lá. Até aí eu entendo. Mas do dia para noite todos eles sumiram. TODOS! A direção do hospital diz que foram levados por uma ONG (que eles não quiseram informar). OK. Vamos fingir que acreditamos. Que ONG tem espaço e $ para pegar 300 gatos de uma só vez? Meu palpite? Incineraram os gatos. Seria um bom método, sem vestígios, não?
A ordem por lá é chamar a polícia se alguém for visto "desovando" gatos na Santa Casa. Mais uma vez, concordo. Abandonar os animais é crime. Entretanto, poderiam aproveitar e chamar a polícia para investigar o sumiço dos felinos.
Será que ninguém viu nada? Isso não pode ficar assim!
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
terça-feira, 8 de julho de 2008
E quando eu acho que o ser humano não pode regredir mais...
... encontro essa notícia "brilhante" no site da BBC Brasil: Empresa espanhola oferece seqüestro simulado. A notícia é de umas semanas atrás, mas só vi hoje. Me diz o que leva uma pessoa a pagar 400 euros (R$ 1000,00) para simular o próprio seqüestro? Segundo usuários do “serviço”, busca por adrenalina. Segundo eu mesma, falta do que fazer, dinheiro sobrando e não saber, de fato, como é viver com medo de seqüestro. Na reportagem, uma das imbecis-desocupadas diz “Quando ia notando que o tempo passava e aquilo não acabava e eles dizendo que iam me matar... Ali senti medo de verdade e pedi para parar". OK, filhona. Vamos brincar direito: Pedir para parar não vale.
sábado, 14 de junho de 2008
Sad but true
Ontem, estava assistindo à reprise do America’s Next Top Model (gosto mesmo, e daí?) e, infelizmente, tive mais um exemplo do quanto as pessoas são desinformadas. Não estou falando isso só porque a pessoa em questão era modelo. Pessoas em geral. A produção dava a cada garota um ideal (pró-guerra, anti-guerra, pró-carne, vegetariano, etc...), que deveria ser defendido da melhor maneira por meio da pose da modelo num cenário, mesmo se na realidade o ideal da candidata fosse o contrário. Pois bem... na hora do julgamento, a modelo deveria dizer se concordava ou não com o ponto de vista defendido. A garota que deveria ser anti-pele, não bastasse ter posado com cara de samambaia, tenta defender sua escolha e solta a pérola: “Eu gosto de peles. Te deixam bonita. Acho errado matar um animal só por causa da pele. Mas se o animal já estiver morto, o que é que tem?”
- Cara de interrogação dos jurados – Hein?
E ela continua: “Os animais brigam entre si na selva, né? Se ele já morreu mesmo, é melhor aproveitar a pele e fazer um casaco do que deixar lá.”
- Jurados inconformados - Como assim?
Agora me pergunto, quantas pessoas no mundo são tão ingênuas a ponto de achar que casacos de pele são feitos de animais que morreram de causas naturais ou, pior ainda, daqueles mortos por seus predadores ou concorrentes? Aliás, fico imaginando que deve ser bem normal a coleta de pele de chinchilas, em seu habitat natural (qual seria?), depois que as coitadas levaram a pior em uma disputa por território com... sei lá, porquinhos-da-índia.
Sad but true...
- Cara de interrogação dos jurados – Hein?
E ela continua: “Os animais brigam entre si na selva, né? Se ele já morreu mesmo, é melhor aproveitar a pele e fazer um casaco do que deixar lá.”
- Jurados inconformados - Como assim?
Agora me pergunto, quantas pessoas no mundo são tão ingênuas a ponto de achar que casacos de pele são feitos de animais que morreram de causas naturais ou, pior ainda, daqueles mortos por seus predadores ou concorrentes? Aliás, fico imaginando que deve ser bem normal a coleta de pele de chinchilas, em seu habitat natural (qual seria?), depois que as coitadas levaram a pior em uma disputa por território com... sei lá, porquinhos-da-índia.
Sad but true...
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Comecei bem...
Já no primeiro post vou ser obrigada a chegar chutando a porta.
Como pretendo escrever sobre coisas sem sentido (pelo menos para mim), já começo com um artigo publicado ontem no G1: G1 traz opções de raças de cães que combinam com seu amor. OK. Como se já não bastasse o Dia dos Namorados em si ser uma data comercial totalmente inútil, vai alguém e publica uma coisa dessas. A matéria traz uma lista de raças de cães para você COMPRAR e DAR DE PRESENTE para sua cara-metade. Duas cagadas de uma vez.
Primeiro: Animal NÃO SE COMPRA. É uma vida que está em jogo. Há milhões de bichinhos precisando de um lar. Tem de todo tipo, é só escolher.
Segundo: Animal NÃO SE DÁ DE PRESENTE. Não é um objeto. É muito fácil se apaixonar por um filhotinho, mas e quando ele crescer e virar um "trambolhão", barulhento, caro, "fora de moda"? Sim, porque pessoas que dão animais de presente certamente acham que é mais um item de decoração ou status. Se a raça da moda é poodle, vamos todos comprar um. Se depois enjoar a gente troca, assim, como quem troca de carro ou celular.
Quer uma dica? Se quer impressionar seu amor, compre aquela roupa que ele/ela está a fim, ou aquele sapato da estação, ou um perfume, ou flores... São tantas opções! Deixe os animais fora disso.
Como pretendo escrever sobre coisas sem sentido (pelo menos para mim), já começo com um artigo publicado ontem no G1: G1 traz opções de raças de cães que combinam com seu amor. OK. Como se já não bastasse o Dia dos Namorados em si ser uma data comercial totalmente inútil, vai alguém e publica uma coisa dessas. A matéria traz uma lista de raças de cães para você COMPRAR e DAR DE PRESENTE para sua cara-metade. Duas cagadas de uma vez.
Primeiro: Animal NÃO SE COMPRA. É uma vida que está em jogo. Há milhões de bichinhos precisando de um lar. Tem de todo tipo, é só escolher.
Segundo: Animal NÃO SE DÁ DE PRESENTE. Não é um objeto. É muito fácil se apaixonar por um filhotinho, mas e quando ele crescer e virar um "trambolhão", barulhento, caro, "fora de moda"? Sim, porque pessoas que dão animais de presente certamente acham que é mais um item de decoração ou status. Se a raça da moda é poodle, vamos todos comprar um. Se depois enjoar a gente troca, assim, como quem troca de carro ou celular.
Quer uma dica? Se quer impressionar seu amor, compre aquela roupa que ele/ela está a fim, ou aquele sapato da estação, ou um perfume, ou flores... São tantas opções! Deixe os animais fora disso.
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