O
Dilúvio Seco foi uma epidemia que dizimou quase toda a população humana da
Terra. Aos poucos sobreviventes, que vagam por um ambiente hostil infestado de
animais geneticamente modificados e ferozes, resta ter coragem e uma boa dose
de sorte. As duas protagonistas desta história, Toby e Ren, não
foram infectadas por obra do acaso e, em seus respectivos isolamentos, enquanto
pensam no que farão em seguida para continuar existindo, relembram suas
histórias de vida. Correndo paralelamente à trama de "Oryx e Crake",
este segundo volume da trilogia MaddAddam mostra os mesmos
eventos do primeiro livro, mas da perspectiva de pessoas que viviam fora dos Complexos.
Mostrando postagens com marcador Lendo Margaret Atwood. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lendo Margaret Atwood. Mostrar todas as postagens
domingo, 28 de outubro de 2018
sábado, 12 de maio de 2018
Resenha: Oryx e Crake
A
história se passa num futuro de data incerta, no que restou do que um dia foi o
planeta Terra. Quem narra a história é o Homem das Neves, uma espécie de
náufrago - e supostamente último exemplar do Homo sapiens - que passa o
dia empoleirado numa árvore, tentando ignorar a fome que faz seu estômago
roncar e lutando com suas lembranças de uma outra era, quando ele era conhecido
como Jimmy, tinha Crake como melhor amigo e Oryx como a garota de seus sonhos.
sábado, 16 de setembro de 2017
Resenha: Vulgo, Grace
Em
1843, no Canadá, Grace Marks foi presa aos dezesseis anos, acusada de
ter assassinado seu patrão e a governanta com a ajuda de James McDermott,
outro empregado da casa. Em um julgamento apressado e embasado em provas
circunstanciais e testemunhos nem sempre confiáveis, McDermott foi condenado à
morte na forca e assim executado; Grace, devido à pouca idade e à influência de
algumas pessoas que acreditavam em sua inocência, teve sua pena comutada em
prisão perpétua. Em seu depoimento, ela alegou não se lembrar do que havia
acontecido em algumas ocasiões em que desmaiou e ficou desacordada durante
horas. Teria ela mentido descaradamente para se proteger ou será que havia
mesmo esquecido alguns eventos? Será que não havia participado do crime, que teria
sido forçada por McDermott a matar ou que assassinara os dois por livre e
espontânea vontade? Seria Grace louca ou uma criminosa fria e cruel?
domingo, 2 de abril de 2017
Resenha: Dançarinas
Li 'Dançarinas' no ano passado, mas então
emprestei o livro e só agora combinei com a Lulu (leia a resenha dela AQUI), minha parceira no Desafio
Lendo Margaret Atwood, de postar nossas opiniões. Obviamente, as impressões
mais imediatas e vibrantes já se perderam nesse tempo todo. De qualquer forma,
esse foi o livro da autora que menos me agradou até o momento. O volume inclui 14
contos que têm, em sua grande maioria (12 contos), mulheres como protagonistas,
mulheres com personalidades e estilos de vida diferentes, porém unidas pela
mesma dor.
domingo, 21 de agosto de 2016
Resenha: A Odisseia de Penélope
Todos já ouviram falar de “A
Odisseia”, de Homero, certo? Nessa história, acompanhamos as peripécias e
aventuras de Odisseu durante os 20 anos em que ele rodou o mundo enfrentando
monstros terríveis e dormindo com deusas e humanas. Mas, e sua esposa, Penélope?
O que viveu nesse período? Margaret Atwood, usando seu estilo bem-humorado e
irônico, nos mostra o clássico de outro ponto de vista.
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
[Projeto] Lendo Margaret Atwood
Ano passado, Lulu e eu começamos a ler Margaret Atwood. A cada leitura compartilhada, fomos tendo boas surpresas, e nossa empolgação com as obras da escritora canadense foi crescendo ao ponto de usarmos apelidos carinhosos para falar dela (muito amor!). Então, combinamos de ler todos os livros da Atwood lançados no Brasil (com exceção de 1 título publicado pela Companhia das Letras, todos os demais saíram pela Rocco).
sábado, 28 de maio de 2016
Resenha: O Assassino Cego
Vocês
já tiveram aquela sensação de que iam gostar de um livro, filme, autor mesmo
antes de ter tido contato com qualquer trabalho dele? Eu já senti isso algumas
vezes. Com Margaret Atwood foi assim. Eu SABIA que ia gostar da escrita dela.
No ano passado, li “O Conto da Aia” e
comprovei o que instintivamente sentia. Decidi que precisa ler tudo dela. Este
ano, entre janeiro e fevereiro, me joguei em mais uma leitura compartilhada com a Lulu (vejam a resenha dela AQUI) minha parceira de adoração à Atwood. Lemos “O
Assassino Cego”, que só fez aumentar minha admiração pela autora canadense.
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
Leia o Livro, Veja o Filme: O Conto da Aia / A Decadência de Uma Espécie
LIVRO: O Conto da Aia
Num
futuro não muito distante, o presidente e todos os membros do congresso dos
Estados Unidos foram assassinados e, em meio ao caos, o exército assumiu o
comando. Rapidamente a ex-república democrática e terra das oportunidades se
transformou em Gilead, uma nação
teocrática totalitarista. Estrangeiros e negros foram expulsos do país, a
população restante foi dividida em castas com funções muito específicas e
aqueles que não tinham utilidade para o regime foram enviados para as colônias penais,
terras distantes com altos níveis de radiação. Mesmo na desgraça, sempre há
alguns mais desgraçados que outros. Nessa nova sociedade baseada em religião, adivinhem
para quem sobrou a pior parte?
Assinar:
Postagens (Atom)







