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quinta-feira, 13 de julho de 2017

E o tema é... Filmes de Rock! (2)


Hoje é o Dia Mundial do Rock e, para comemorar, tem post temático com 5 filmes que alegram qualquer fã desse gênero musical: 'Detroit Rock City', 'Rock N' Roll High School', 'Quanto Mais Idiota Melhor', 'Os Cabeças-de-Vento' e 'Os Reis do Iê Iê Iê'. Aumente o som!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Discos: The Killers - Don't Waste Your Wishes

“Então é Natal...” [leia cantarolando com a voz da Simone] e aqui estou eu para indicar mais um CD de músicas natalinas para quem quer entrar no clima (ou só ouvir um som bacana). Desta vez, venho falar de ‘Don’t waste your wishes’, disco do The Killers que contém 11 canções temáticas, uma delas a inédita ‘I’ll be home for Christmas’, além de outros singles que eles vêm lançando todo fim de ano, desde 2006, para arrecadar fundos para a fundação RED, cujo propósito é erradicar a AIDS na África, e que tem Bono Vox como um dos fundadores.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Série: Sonic Highways


Em 2014, o Foo Fighters lançou seu oitavo disco: “Sonic Highways”. Pouco tempo depois de o álbum chegar às lojas, começou a ser exibida a série de mesmo nome, na qual acompanhamos a história de cada uma das 8 faixas do disco, gravadas cada uma em uma cidade americana diferente.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Filme: Sound City


Sound City é o documentário produzido e dirigido por Dave Grohl sobre o lendário estúdio de Los Angeles onde inúmeros álbuns de ícones do rock foram gravados. Durante quase duas horas, somos guiados por um passeio pelo nascimento do local, suas fases de glória e decadência, seus funcionários e estrelas da música que tiveram a honra de gravar por lá.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Discos: Bad Religion - Christmas Songs

E o Natal já está batendo à porta! Para comemorar a data do nascimento do menino Jesus, nada melhor que um CD de músicas natalinas tradicionais regravadas pelo... Bad Religion?!?

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Leia o Livro, Veja o Filme: Vidas Sem Rumo

O LIVRO: THE OUTSIDERS / VIDAS SEM RUMO

Nos anos 60, em Oklahoma, uma cidade é o cenário de brigas constantes entre dois grupos distintos: os “Socs” – garotada rica que usa suéteres e desfila para cima e para baixo em seus carrões; e os “Greasers” – jovens pobres que têm orgulho de seus cabelos cheios de gel e de suas jaquetas e que encontram no grupo o verdadeiro senso de família. Apesar das aparentes diferenças, Socs e Greasers em breve descobrirão que são mais parecidos do que imaginam.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Eu fui: Monsters of Rock 19/10/2013, Anhembi, SP

Surda, dolorida e sem voz. Foi assim que voltei do Monsters of Rock no sábado. Um dia de grandes apresentações que detonaram meu corpo, mas lavaram minha alma. Resumindo: foi perfeito. Tudo o que o show do Black Sabbath deveria ter sido e, infelizmente, não conseguiu passar nem perto. Nada como shows apoteóticos para apagar da memória experiências frustrantes, não é mesmo?

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Eu fui: Black Sabbath no Campo de Marte, SP

E então que quando anunciaram a vinda do Black Sabbath ao Brasil eu fiquei muito empolgada. Finalmente iria assistir a uma das últimas bandas da minha lista de “Shows para ver antes de morrer” que eu ainda não tinha visto. Nem tinha mais esperanças de ver um show dos caras, na verdade. A volta da banda foi inesperada (para mim) e a confirmação do show só me fez ter uma certeza: tenho que ir de qualquer jeito!

Foto do G1

sexta-feira, 12 de julho de 2013

E o tema é . . . Filmes de Rock!


Amanhã é o Dia Mundial do Rock!
Para comemorar, nada melhor que fazer um TOP 5 de filmes com trilha sonora arrasadora. Lógico que se eu fosse colocar em um post todos os filmes desse tema que eu gosto, ele seria, no mínimo, um TOP 20. Mas selecionei os mais “populares” ou aqueles a que assisti o maior número de vezes até hoje. Preparados? Então aumentem o som!

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Música: Iggy and the Stooges - Ready to Die



Depois de quase 40 anos desde a última parceria, Iggy Pop e James Williamson se reúnem novamente para lançar ‘Ready to Die’, o quinto álbum dos Stooges.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Música: David Bowie e Strokes


Olá, amigos!

E depois de muito tempo sem postar nada sobre música, eis que hoje vou falar um pouco das minhas impressões sobre dois álbuns lançados recentemente: “The Next Day”, do David Bowie, e “Comedown Machine”, dos Strokes (na verdade, este só será lançado dia 26 de março, mas a banda já disponibilizou on-line para audição). Quer saber mais? Então sigam-me os bons!

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Eu fui: Slash no Espaço das Américas, SP


Terça-feira passada (dia 06/11), tive o prazer de assistir a um show do Slash, que tocou na companhia de Myles Keneddy (vocalista - Alter Bridge) e do grupo The Conspirators, formado por Todd Kerns (baixista - Age of Electric, Static in Stereo e Sin City Sinners) e Brent Fitz (baterista - Alice Cooper).



sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Discos que Ouvi Até Gastar: Metallica - Metallica (Black Album)


Desenterrando uma série que comecei e não dei continuidade (praxe!), hoje trago para vocês mais um post dos Discos que Ouvi Até Gastar: Metallica – Metallica (Black Album).

Também conhecido como “Black Album” ou “Álbum da Capa Preta”, "Metallica" é o quinto disco da banda, lançado em 1991. Recheado de pérolas, o disco é daqueles para se ouvir no talo, do começo ao fim. Na época do lançamento, os fãs mais xiitas ficaram indignados por causa da mudança no som da banda, mas as novidades agradaram aos críticos e conquistaram novos fãs (eu, inclusive). O álbum ganhou vários prêmios e entrou para a lista dos 200 Álbuns Definitivos do Rock And Roll Hall of Fame.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

E o tema é . . . Documentários de Rock


Olás!

Hoje é o Dia Mundial do Rock e, para comemorar, mais um post especial da série E o tema é..., desta vez com os últimos 5 documentários que vi sobre esse estilo musical. 

God Bless Ozzy Osbourne, 2011
O documentário conta a trajetória do Príncipe das Trevas desde sua infância pobre até a recém-adquirida sobriedade. O pai ausente, os problemas com a polícia, a entrada no Black Sabbath, o auge da banda, as drogas, sua expulsão devido à dependência química, a carreira solo, o fundo do poço na fase The Osbournes, a importância de Sharon em sua vida. A expressão em vídeo de tudo o que foi contado pelo próprio Ozzy em sua autobiografia “Eu sou Ozzy” (já falei sobre o livro AQUI). Como adicional, entrevistas com músicos do calibre de Tommy Lee, John Frusciante, Robert Trujillo e Paul McCartney, além de depoimentos dos filhos do primeiro casamento e do atual e dos irmãos de Ozzy. Há também cenas de sua vida privada e de sua preparação minutos antes de subir ao palco (exercícios vocais, ergométrica, maquiagem), um lado novo do astro que já fez de tudo na vida e agora parece finalmente ter encontrado a paz. O DVD traz ainda como extras Perguntas e Respostas com Ozzy e seu filho Jack (que é o produtor do documentário), as pinturas de Ozzy, seu problema com tecnologia e a exibição do filme no Tribeca Film Festival de NY, em 2011. Sou megafã do Ozzy e minha admiração por ele só aumentou depois de ler sua biografia e ver este documentário. Imperdível! 

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Resenha: Nirvana Nunca Mais (Mark Lindquist)

Sinopse:
“Nirvana Nunca Mais" conta a história de Peter Tyler, um ex-vocalista de uma banda grunge, que largou tudo para virar promotor público. Atormentado por uma crise de meia idade, que o impede de crescer totalmente, Tyler não consegue largar o "rock’n’roll way of life" e ainda continua bebendo até cair, freqüentando prostíbulos e saindo com strippers. Para complicar ainda mais a sua vida, um caso de estupro cai em suas mãos. O único problema é que o acusado é um dos roqueiros mais conhecidos de Seattle, e o escândalo envolve toda a cena musical da cidade. Em uma realidade paralela, o acusado poderia ser o próprio Tyler.
(Sinopse retirada do site Scream & Yell)

Resenha:
Apesar de curtir o som dos anos 80, eu sou, na verdade, mais fã dos anos 90, pois foi nessa década que vivi minha adolescência. E em tempos de comemoração de 20 anos do “Nevermind”, vinte anos do Pearl Jam (que desembarca por aqui esta semana para shows) e mais uma série de shows de revival do grunge semana que vem no SWU, não podia deixar de falar do livro "Nirvana nunca mais". O livro não conta a história do grunge em si, mas usa esse tipo de som como pano de fundo para a história de Peter. Conhecer Seattle por meio de referências musicais (tendo nomes de canções como títulos dos capítulos), bandas famosas e outras não tão conhecidas, bares clássicos da região e o clima soturno e depressivo da referida cidade é incrível. Realmente nos dá a sensação de estar passeando por esses cenários míticos.

Já os dramas existenciais do nosso protagonista... bem, achei fraco. OK, o cara está confuso, com quase 40 anos, mas ainda vivendo como se fosse adolescente, procurando se ajustar ao trabalho e tentando achar uma mulher para casar e viver feliz para sempre. Mesmo assim, senti que o autor se empenhou mais em trazer referências realistas do que em desenvolver o personagem. Dá a impressão de que ele se perdeu e depois não sabia como terminar a história. Encurtou a conversa para chegar logo "aos finalmentes" e ponto final.

Recomendo aos fãs de grunge e de rock em geral. É bom curtir momentos nostálgicos, principalmente em passagens como esta:
Durante os aplausos entre “About a Girl” e “Come as you are”, Esmé pergunta:
- De quem você gosta mais: Nirvana ou Pearl Jam?
Aí está.
Pete quase estava esperando a pergunta. Um nativo precisa escolher, é claro, e a resposta tem a mesma importância que a clássica pergunta dos anos 60: “Beatles ou Stones”?
“Take your time, hurry up, the choice is yours...” [Vá com calma, apresse-se, a escolha é sua...]
- Está bem – diz ele. - Nirvana.
- Pearl Jam.
Pausa.
- Eddie Vedder é mais sexy do que Kurt Cobain – explica Esmé. – Principalmente porque ele ainda está vivo.
Pete se pergunta se esse desacordo pode pressagiar outros rachas, mais sérios. Entretanto, ele conclui que respeita sua preferência pelos vivos em relação aos mortos.
(Nirvana nunca mais, páginas 150-151).

Tirem as camisas de flanela xadrez do armário e sejam felizes!
Bjo!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Discos que Ouvi Até Gastar: Ultraje a Rigor - Nós Vamos Invadir Sua Praia

Continuando a série Discos que Ouvi Até Gastar, um clássico:
Ultraje a Rigor – Nós Vamos Invadir Sua Praia

Há muitos motivos para considerar este disco clássico. A começar pelo nome da banda. O paradoxo de “ultraje” (calúnia, difamação, afronta) e “a rigor” (formal, em respeito à etiqueta, às convenções), por si só, já é genial. Principalmente se considerarmos o ano de seu lançamento, 1985, quando o Brasil havia recém-saído do período da ditadura. O rock, que sempre foi relegado ao segundo plano em terras tupiniquins, encontra aqui mais uma característica que contribuiu para o sucesso da banda: letras muito bem sacadas que, apesar de serem consideradas “escrachadas” (uma revolução para a época), eram, na verdade, uma forma sutil de apontar problemas sociais que se arrastam até os dias de hoje. Duvida? É só escutar (“Mim quer tocar”, “Inútil”). Outro exemplo da sutileza nas mensagens é o nome do disco: “Nós Vamos Invadir Sua Praia”, já que o ultraje foi uma das primeiras bandas de São Paulo a "invadir a praia” do rock carioca, berço da maioria das bandas do estilo musical nos anos 80.

Bom, origens e ironias à parte, lembro que eu já tinha escutado no rádio várias músicas do Ultraje e conhecia boa parte delas de cor. Um dia, uma amiga apareceu com o disco (sim, vinil) em casa. Coloquei o disco pra tocar e pirei! Escutei as mesmas músicas incansavelmente. Fiz uma cópia básica em K7 e devolvi o disco à dona. Literalmente gastei a fitinha de tanto ouvir. É lógico que na época eu não compreendia as mensagens nas entrelinhas, pois tinha uns 8-9 anos. Tudo o que me importava era o tipo de som e as letras engraçadas que eu podia acompanhar.

Acabei assistindo a shows do Ultraje somente depois de adulta, mas posso garantir que a cada canção executada eu revivi as alegrias da infância proporcionadas pelo disquinho.

Veja AQUI um clássico atemporal!


EM TEMPO:
Site Oficial: http://www.ultraje.com.br/
Biografia da banda, lançada no começo de 2011:
Ultraje a Rigor – Nós vamos invadir sua praia
Autor: Andréa Ascenção
Editora: Belas Letras
Páginas: 352
Preço sugerido: R$ 49,90

Quem quiser me dar de presente, aceito de bom grado.
Bjo e até+!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Discos que Ouvi Até Gastar: Guns N' Roses - Appetite for Destruction

Hoje é o Dia Mundial do Rock!


Para celebrar, decidi tomar vergonha na cara e fazer um post que venho adiando há um bom tempo. Inauguro hoje a seção Discos que Ouvi Até Gastar, trazendo sempre um disco que morava no meu aparelho de som.

Para começar em grande estilo, o disco que me fez começar a gostar de rock, que me mostrou um mundo novo, que serviu de base para meu gosto musical e que, de alguma forma, fez de mim o que eu sou: Guns N' Roses - Appetite for Destruction.


Sim, minha gente... muito antes de ser a piada que se tornou atualmente e mesmo antes de ser “a banda mais perigosa do planeta” (me lembro que eles disputavam o título com o Metallica) na época do álbum duplo Use Your Illusion, GNR foi uma das primeiras bandas de rock que ouvi e, com certeza, a primeira que me fez querer ouvir mais e mais, lá nos idos dos anos 80, quando eu tinha uns 11 ou 12 anos. Um amigo me emprestou uma fita K7 (sim... muuuuito antes dos CDs e mp3), eu levei pra casa, escutei e pensei "Caramba! Que banda é essa? Que som é esse? Que diabos eles estão falando?". Providenciei uma cópia da fitinha e mais tarde acabei comprando uma original que, literalmente, gastei de tanto ouvir. A coitada acabou desenrolando várias vezes de tão gasta....

Appetite for Destruction marcou uma era, a começar por sua capa nem um pouco sutil, que acabou sendo proibida e ganhou novas versões em vários países. Suas faixas são um passeio. Este é um daqueles discos que você ouve inteiro, sem pular nenhuma música, reconhecendo cada uma delas já nos primeiros acordes. Aliás, é isso o que torna essas músicas clássicos inconfundíveis. Que atire a primeira pedra quem nunca cantarolou involuntariamente Sweet Child O’Mine ou ficou com a música na cabeça após ouvir os acordes iniciais.

Mas GNR era muito mais que isso. Além das baladas românticas e riffs inconfundíveis, o Guns era mestre na arte da ofensa. Mantendo a fama de mau e pondo em prática a tríade "sexo, drogas e rock n' roll", o Guns vivia metido em confusão na vida real e, em muitas de suas músicas, usava com desenvoltura uma vasta lista de palavrões, xingamentos e palavras ofensivas. Devo a eles minha iniciação no mundo superdidático das palavras proibidas nos cursinhos de inglês. Lembrem-se, era uma época em que não havia internet e em que o acesso às letras de música se dava pelos folhetinhos de letras traduzidas do Fisk (ainda existe isso?) ou revistas especializadas. Como obviamente os palavrões ficavam de fora dos folhetinhos do Fisk, eu gastava uma boa grana em revistas de letras de música que, agora eu percebo, traziam umas traduções bem ruins, mas era o que se podia arranjar. E o Guns era uma ótima fonte de vocabulário de baixo calão, afinal, que outra banda poderia me oferecer diversos sinônimos para drogas, prostitutas e bebidas (além de outros termos mais chulos)?

E é por isso que neste Dia Mundial do Rock eu gostaria de agradecer ao Guns N’ Roses por ter guiado meus primeiros passos pelo mundo do rock, por ter criado baladas que me faziam acreditar no amor, por ter me apresentado o lado mais barra pesada da vida e por ter permitido que eu ampliasse meus conhecimentos linguísticos, por permitir que eu desse vazão à rebeldia adolescente e, principalmente, por criar pérolas do rock que ainda hoje carrego comigo no mp3 e que alegram meus dias, embora tragam uma certa nostalgia...

segunda-feira, 28 de março de 2011

Terminei: Eu sou Ozzy

Acabei de ler o livro do Ozzy e fiquei triste porque acabou!


Já nas primeiras páginas conseguimos ter uma boa ideia do que virá a seguir. Com as palavra, Mr. Osbourne: "As lembranças de outras pessoas sobre os eventos que estão neste livro podem ser diferentes das minhas. Não vou discutir com elas. Nos últimos quarenta anos, tomei muito álcool, cocaína, ácido, sedativos, cola, xaropes, heroína, Rohypnol, Klonopin, Vicodin e muitas outras substâncias pesadas que nem daria para listar nesta nota de pé de página. Em mais de uma ocasião, tomei todas ao mesmo tempo. Não sou a porra da Enciclopédia Britânica, digamos assim. O que você vai ler aqui é o que consegui tirar da geleia que chamo de cérebro quando tentei lembrar a história da minha vida. Nada mais, nada menos...”

Mas o livro não é só sobre os vícios do Ozzy (embora tenham orientado muitas de suas ações na maior parte de sua vida). É também sobre superação, família, amor, amizade e música, claro.

Foi muito bom ler as memórias dessa figura importantíssima da música mundial, descobrir o que é lenda o que é real e ver alguém se apresentar de forma tão verdadeira. Sim, porque o Ozzy pode ter inúmeros defeitos e ter feito milhares de burradas, mas tem a dignidade de assumir e pedir desculpas. Se é verdade? Não sei. São as palavras dele, né? Mas depois de ler tantas histórias bizarras que ele vivenciou e não teve vergonha de contar, por que iria mentir?

Recomendo a todos que gostam de uma leitura que mistura todas as emoções, independente de serem fãs de metal ou não.
Divirtam-se!