Sabe
quando, sem perceber, você vai seguindo um mesmo tema, seja na escolha de
filmes ou de livros? Então... isso tem acontecido comigo. Primeiro li a obscura
história de teatro de bonecos em “Mr.Punch”, na sequência li “Admirável
mundo novo” (que ainda não tive tempo de resenhar), com seus selvagens e humanos
robotizados, e, por fim, me deparei com os “Selvagens”
do livro de mesmo título e do filme de Oliver Stone. No meio disso tudo, visitei duas exposições que
também se enquadram nos temas: “Gepetos
de Praga” e “Os Robôs de Alamón”,
ambas na Caixa Cultural São Paulo.
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quarta-feira, 14 de novembro de 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
São Paulo 458 Anos: Olhares
E então que ontem foi o aniversário de 458 anos de São Paulo. Milagrosamente a chuva deu uma trégua, então aproveitei o dia para sair e relaxar. Mas venho aqui hoje para parabenizar esta cidade maravilhosa que acolhe a todos, embora nem todos mereçam ou a tratem com o devido respeito.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
E lá se vai mais um ano...
Oi, gente!
Esta semana está tão corrida que nem tive tempo de postar. Mas faz parte da loucura que antecede o fim de ano, né?
Enfim... aproveito para desejar a todos um ótimo fim de ano e um 2012 pleno de realizações.
Superbeijo,
Michelle
P.S.: Repararam que o blog agora tem twitter e Facebook? Ainda estão em construção, mas fiquem de olho que em breve teremos novidades por aqui.
Esta semana está tão corrida que nem tive tempo de postar. Mas faz parte da loucura que antecede o fim de ano, né?
Enfim... aproveito para desejar a todos um ótimo fim de ano e um 2012 pleno de realizações.
Superbeijo,
Michelle
P.S.: Repararam que o blog agora tem twitter e Facebook? Ainda estão em construção, mas fiquem de olho que em breve teremos novidades por aqui.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Por aí: Centro de São Paulo
Sábado retrasado eu precisava ir ao centro e, aproveitando que estava um dia lindo, que devolveram minha câmera e que eu tinha companhia, carreguei as pilhas, peguei minha bolsinha tira-colo e fui. Eu adoro andar pelo centro e observar aqueles prédios antigos. Pena que grande parte deles não receba o tratamento devido. Mas aqui vão algumas fotinhos:
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| Sede da Prefeitura |
O Edifício Matarazzo, também conhecido como Palácio do Anhangabaú, é a sede da prefeitura da cidade de São Paulo desde 2004, quando esta se transferiu do Palácio das Indústrias. Pertencia anteriormente ao Banco do Estado de São Paulo (Banespa), daí seu apelido de "Banespinha". Por sediar a prefeitura, também é conhecido por Paço Municipal. Trabalhar no centro significa pelo menos uma vez por semana ter que atravessar alguma manifestação em frente ao prédio da prefeitura.
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| Shopping Light vestido para o Natal |
Popularmente conhecido como Shopping Light (seu nome oficial é Prédio Alexandre Mackenzie), o edifício tem esse nome porque foi construído no antigo prédio da empresa Light de energia elétrica, junto ao Viaduto do Chá, ao lado do Vale do Anhangabaú e em frente a Praça Ramos de Azevedo e ao Teatro Municipal de São Paulo. Como shopping fica a desejar, mas vale a visita pela arquitetura. A praça de alimentação é um local superdisputado no horário do almoço por quem trabalha para aquelas bandas. Aos fins de semana é bem tranquilo. Recentemente inaugurou uma loja de fábrica da Nike lá. Recomendo para quem quer comprar tênis e roupas esportivas a um preço realmente de fábrica.
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| Vale do Anhangabaú visto do Viaduto do Chá |
O Vale do Anhangabaú é um espaço público caracterizado como praça, onde tradicionalmente organizam-se manifestações públicas, comícios políticos e apresentações de espetáculos populares. Não se sabe ao certo quando o Vale do Anhangabaú foi ocupado, mas há registros que apontam que, em 1751, o governo já estava preocupado com um vale aberto por Tomé de Castro na região entre o Rio Anhangabaú e um lugar onde se tratava a água chamado "Nhagabaí". Até 1822 a região não era mais que uma chácara pertencente ao Barão de Itapetininga (e, depois, à Baronesa de Itu), onde se vendia agrião e chá. Lá, os moradores precisavam atravessar a Ponte do Lorena para chegar do outro lado do morro, dividido pelo rio.
Por isso, em 1877 começou a urbanização da área, com a idealização do Viaduto do Chá — que só viria a ser inaugurado em 1892. O vale já passou por diversas revitalizações e vira e mexe a prefeitura lança algum concurso que deixa os urbanistas em polvorosa, em geral elaborando projetos que são lindos no papel, mas que se mostram inviáveis na vida real. O mais recente foi um em que o arquiteto (ou será urbanista? tem diferença?) quer transformar o vale em uma grande praça, para isso eliminando o Terminal Bandeira de ônibus que fica por ali. Numa cidade com trânsito caótico como São Paulo, em que milhões de pessoas dependem do transporte público que seja de fácil acesso, é inacreditável como tem gente mais preocupada com visual do que com praticidade.
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| Theatro Municipal em 3 Ângulos (clica que aumenta!) |
O Theatro Municipal de São Paulo nasceu embalando os sonhos de uma cidade que crescia com a indústria e o café e que nada queria dever aos grandes centros culturais do mundo no início do Século XX. Como em 1898 a cidade perdera para um incêndio o Teatro São José, palco das suas principais manifestações artísticas, tornava-se imperativo construir um espaço à altura das grandes companhias estrangeiras. O arquiteto Ramos de Azevedo e os italianos Cláudio Rossi e Domiziano Rossi iniciaram a construção em 1903 e, em 12 de Setembro de 1911, o Theatro Municipal foi aberto ante de uma multidão de 20 mil pessoas, que se acotovelava às suas portas. São Paulo se integrava, então, ao roteiro internacional dos grandes espetáculos.
Duas grandes obras marcaram as mudanças e renovações no Theatro: a primeira, em 1954, criou novos pavimentos para ampliar os camarins, reduziu os camarotes e instalou o órgão G. Tamburini; a segunda, de 1986 a 1991, restaurou o prédio e implementou estruturas e equipamentos mais modernos. Para celebrar o Centenário, em 12 de Setembro de 2011, o Theatro Municipal de São Paulo sofreu a terceira obra, esta bem mais complexa que as demais, por restaurar todo o edifício e modernizar o palco. Para tal, as fachadas e a ala nobre foram restauradas, 14.262 vidros que compõem os conjuntos de vitrais recuperados, as pinturas decorativas resgatadas com base em fotos antigas e o palco foi equipado com os mais modernos mecanismos cênicos.
Essa última obra demorou anos. Ainda não fui ao teatro depois da reforma, mas espero que tenham trocado as cadeiras. Eram muito desconfortáveis e o espaço entre as filas era ridiculamente pequeno. Eu, do alto dos meus um metro e meio, batia o joelho na cadeira da frente o tempo todo.
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| Fonte do Vale do Anhangabaú e Detalhes da Escadaria |
Em 1922, São Paulo recebeu um conjunto de doze esculturas vindas da Itália em homenagem a Carlos Gomes (1836-1896). As figuras criadas por Luigi Brizzolara referiam-se às óperas do compositor, caso da Fosca reclinada sobre a escada. Instalado entre a Praça Ramos de Azevedo e o Anhangabaú, o lote incluía um chafariz, apelidado de Fonte dos Desejos depois que o prefeito Adhemar de Barros depositou ali, na década de 50, água da Fontana di Trevi, em Roma.
Essa parte do jardim das esculturas e fonte é linda. Acreditam que eu nunca tinha descido até lá? Uma pena que a fonte quase sempre está desligada e que não dá para ficar muito tempo ali curtindo. Infelizmente, tem muito desocupado vagando pelo vale. Então, fiz as fotos rapidinho e subi, no melhor esquema "um olho no peixe, outro no gato".
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| Galeria do Rock pela Entrada da Av. São João |
Galeria do Rock é um centro de compras fundado em 1963, com o nome de Shopping Center Grandes Galerias. Conta com duas entradas: Rua 24 de Maio e Avenida São João e possui 450 estabelecimentos comerciais, com predominância para o comércio de produtos relacionados ao rock e outros estilos musicais. Lojas de Hip-Hop ficam no subsolo, Skate e produtos mais populares no térreo, Rock nos primeiro, segundo e terceiro andares e Silk Screen e estamparias em geral nos terceiro e quarto andares. Possui também salas de tatuagens.
O letreiro com o nome "Shopping Center Grandes Galerias" infelizmente foi removido na operação limpeza de fachada promovida pelo prefeito Kassab há alguns anos. Eu aprovo a limpeza de fachadas, mas acho que o letreiro da galeria era proporcional ao tamanho da fachada e que não precisava ter sido retirado. Além disso, nos últimos anos, a Galeria tornou-se mais um lugar para compra de roupas, calçados e acessórios do que um reduto de música. Dá para contar nos dedos as lojas de CDs e LPs. Uma pena. Em compensação, os estúdios de tatuagem se modernizaram e agora podem ser encontrados em todos os andares, não mais apenas no andar do Silk-screen. Os estúdios estão bem mais bonitos e convidativos. E o número de modelos de piercing então? Logo que começou a onda de colocação de piercings, havia praticamente 2 modelos: bolinha e argolinha. Agora é tanta coisa que fica difícil escolher. Sem contar os inúmeros alargadores. Tem uns tão absurdamente gigantes que eu poderia facilmente usar como pulseira...
E foi isso. Tem muito mais coisa legal para ver no centro, mas esse era meu caminho e por isso só fotografei esses marcos. Outro dia volto lá para um novo roteiro. Espero que tenham gostado.
Bjo!
Fontes: Wikipedia, Veja SP, Turismo SP
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Teatro: Adultérios
Ontem aproveitei uma dessas promoções de sites de compra coletiva e fui assistir a uma peça que estava a fim de ver há tempos: Adultérios.
Sinopse:
O cenário é Nova York, como grande maioria das criações de Woody Allen. A comédia se passa à beira do Rio Hudson, com o encontro entre o roteirista de cinema de recente sucesso Jim Swain e um típico "homeless" americano, Fred. Jim está à espera de sua amante, para terminar o relacionamento. Fred, esquizofrênico e extremamente inteligente, se aproxima, puxa uma conversa trivial, até que acusa Jim de ter roubado sua história para escrever o roteiro de seu mais recente filme, um sucesso de bilheteria. Em meio a uma divertida e tensa discussão, os dois se vêem cada vez mais próximos, até que Fred acaba por se tornar um conselheiro sobre a relação que está prestes a terminar. Barbara, a amante, finalmente chega e tudo se complica, culminando em um final surpreendente e ardiloso.
A peça, cujo título original é Central Park West, é um texto escrito diretamente para o palco por Woody Allen e foi levada aos palcos pela primeira vez em 1995. A versão brasileira foi traduzida por Raquel Ripani, tem adaptação e direção de Alexandre Reinecke, e conta com Fábio Assunção, Norival Rizzo e Carol Mariottini no elenco. Eu A-M-O Woody Allen e suas neuroses e conseguia visualizá-lo direitinho interpretando as cenas com seu jeito peculiar inconfundível. Não há como negar a autoria do texto.
Uma coisa muito legal da peça é que Fábio Assunção e Norival Rizzo se revezam na interpretação dos papéis de Jim e de Fred a cada espetáculo (reparem nas fotos 2 e 3, como o figurino mostra a troca de papéis). Na apresentação de ontem, Fábio interpretou o desabrigado esquizofrênico Fred Savage, enquanto Norival ficou com o papel do roteirista que espera a amante. Eu queria muito ver como seria a inversão dos papéis, mas, infelizmente, essa informação não é revelada com antecedência. Só na hora é que descobrimos quem vai interpretar o que.
De qualquer forma, ontem foi a última apresentação da temporada, mas em fevereiro do ano que vem a peça entra em cartaz novamente no Tuca, aqui em São Paulo. Então, se você curte um bom espetáculo, mora aqui em Sampa ou se estiver passando por aqui quando a peça já tiver retornado, não deixe de assistir!
Créditos:
Sinopse: Divulgação
Foto 1 - Divulgação
Foto 2 - Veja SP
Foto 3 - Divulgação
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Oi, gente!
Fui para a Liberdade por volta das 11:30 porque não queria perder a chegada do dragão e a dança dos leões. Eu sou louca por dragões, então todo ano eu vejo e todo ano eu me emociono.
Acredita-se que os dragões trazem boa sorte as pessoas, que é refletida em suas qualidades que incluem o poder, a dignidade, a fertilidade e a sabedoria. A aparência de um dragão é assustadora e audaciosa, mas tem uma disposição benevolente, e se transformou algumas vezes então num emblema para representar a autoridade imperial.

Minhas fotos dos dragões não ficaram muito boas. Eles são rápidos!
Além dos dragões, há os leões. A dança do leão é realizada geralmente como uma cerimônia para exorcizar espíritos maléficos e para invocar sorte e felicidade.



Outra parte que me atrai na festa são as comidas. Sempre tem barraca de algum templo, e isso significa deliciosas comidas vegetarianas. Comi uma espécie de esfiha de tofu com espinafre, dois espetinhos de soja, quibe de soja. Tudo uma delícia. Pena que este ano não teve a barraca de um chá com algas (tipo gelatina) que comi no ano passado e é tudo de bom.
Como queria algo diferente para beber, acabamos dando uma passadinha na Itiriki Bakery, famosa padaria chinesa/japonesa/coreana da região e finalmente tomei o pobá de chá verde. Pra quem nunca tomou, é um chá ou suco batido com umas bolinhas que parecem gelatina. A aparência é esta:

Apesar do pobá de chá verde ser bom, gosto mais e recomendo o de inhame, que é rosinha como o da foto.
Bjo e até a próxima!
Fui para a Liberdade por volta das 11:30 porque não queria perder a chegada do dragão e a dança dos leões. Eu sou louca por dragões, então todo ano eu vejo e todo ano eu me emociono.
Acredita-se que os dragões trazem boa sorte as pessoas, que é refletida em suas qualidades que incluem o poder, a dignidade, a fertilidade e a sabedoria. A aparência de um dragão é assustadora e audaciosa, mas tem uma disposição benevolente, e se transformou algumas vezes então num emblema para representar a autoridade imperial.
Além dos dragões, há os leões. A dança do leão é realizada geralmente como uma cerimônia para exorcizar espíritos maléficos e para invocar sorte e felicidade.
Outra parte que me atrai na festa são as comidas. Sempre tem barraca de algum templo, e isso significa deliciosas comidas vegetarianas. Comi uma espécie de esfiha de tofu com espinafre, dois espetinhos de soja, quibe de soja. Tudo uma delícia. Pena que este ano não teve a barraca de um chá com algas (tipo gelatina) que comi no ano passado e é tudo de bom.
Como queria algo diferente para beber, acabamos dando uma passadinha na Itiriki Bakery, famosa padaria chinesa/japonesa/coreana da região e finalmente tomei o pobá de chá verde. Pra quem nunca tomou, é um chá ou suco batido com umas bolinhas que parecem gelatina. A aparência é esta:

Apesar do pobá de chá verde ser bom, gosto mais e recomendo o de inhame, que é rosinha como o da foto.
E, resumidamente, foi isso. Na verdade ainda fiquei andando por muito tempo pelo centro, fui até a Galeria do Rock, fiz bolhas nos pés, mas vou encurtar a história e parar por aqui.
Bjo e até a próxima!
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Festa!!!
Este fim de semana tem comemoração dupla: Chegada do Ano Novo Chinês e Aniversário de São Paulo.





O aniversário da cidade, que completa 455 anos, este ano não contará com o tradicional bolo que a cada comemoração aumentava um metro. Os patrocinadores decidiram não bancar mais o quitute, já que não querem mais ficar associados à bagunça generalizada e falta de civilidade das pessoas que avançam sobre a guloseima e acabam com tudo em segundos.

Eu, particularmente, sempre achei isso uma nojeira sem igual. É triste saber que um evento tão legal nunca teve a chance de ser realizado como se deve e que por causa disso foi abolido do nosso calendário. Povo imbecil, é isso que dá.
*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*

Já a Chegada do Ano Novo Chinês será comemorada pela 4a vez na cidade. Na virada do dia 25 para 26 tem início o Ano do Boi (ou Búfalo). Especialistas na área dizem que o boi representa um ano de trabalho árduo, que promete bons frutos para quem dedicar e botar a mão na massa.
Até a Disney entrou na comemoração:

Por aqui as comemorações começam no sábado por volta do meio-dia e vão até o finzinho do domingo. A programação completa está lá no site.
Depois eu conto como foi.
Feliz ano novo!
E parabéns aos paulistanos da resistência!
Feliz ano novo!
E parabéns aos paulistanos da resistência!
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