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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

O que rolou . . . Outubro

Olá, criaturas!

É hora de relembrar o que rolou no mês passado. No geral, outubro foi bem equilibrado. Só no quesito “séries” não consegui ver tudo o que pretendia. Em compensação, tive dois fins de semana de shows (que me deixaram acabada...rs). Vamos ver como foi então?

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Eu fui: Monsters of Rock 19/10/2013, Anhembi, SP

Surda, dolorida e sem voz. Foi assim que voltei do Monsters of Rock no sábado. Um dia de grandes apresentações que detonaram meu corpo, mas lavaram minha alma. Resumindo: foi perfeito. Tudo o que o show do Black Sabbath deveria ter sido e, infelizmente, não conseguiu passar nem perto. Nada como shows apoteóticos para apagar da memória experiências frustrantes, não é mesmo?

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Eu fui: Black Sabbath no Campo de Marte, SP

E então que quando anunciaram a vinda do Black Sabbath ao Brasil eu fiquei muito empolgada. Finalmente iria assistir a uma das últimas bandas da minha lista de “Shows para ver antes de morrer” que eu ainda não tinha visto. Nem tinha mais esperanças de ver um show dos caras, na verdade. A volta da banda foi inesperada (para mim) e a confirmação do show só me fez ter uma certeza: tenho que ir de qualquer jeito!

Foto do G1

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Eu fui: Slash no Espaço das Américas, SP


Terça-feira passada (dia 06/11), tive o prazer de assistir a um show do Slash, que tocou na companhia de Myles Keneddy (vocalista - Alter Bridge) e do grupo The Conspirators, formado por Todd Kerns (baixista - Age of Electric, Static in Stereo e Sin City Sinners) e Brent Fitz (baterista - Alice Cooper).



segunda-feira, 9 de abril de 2012

Eu fui: Foo Fighters no Lollapalooza


E lá se vão 12 anos desde que tentei ver o Foo Fighters pela primeira vez, no ano 2000. Já tinha comprado ingresso e tudo, mas o falecimento do pai de um dos integrantes adiou meu sonho por todo esse tempo. Apesar da longa espera, o show do Lollapalooza valeu cada minuto. Daqueles para guardar para sempre na memória...
Dave Grohl

segunda-feira, 12 de março de 2012

Eu fui: Morrissey no Espaço das Américas, SP


E lá fui eu, ontem, ao Espaço das Américas assistir ao show de encerramento da passagem do Morrissey pelo Brasil. Entrei por volta das 20:00, ensopada, depois de enfrentar uma fila até que pequena. Eu não tinha ido ao Espaço das Américas depois da reforma. O lugar melhorou muito, piso antiderrapante foi instalado, os pilares que ficavam no meio da pista foram retirados, o número de camarotes diminuiu, os bares contam com uma decoração melhor. Enfim, tinha tudo para ser perfeito, mas...

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

SWU 14/11/2011 em Paulínia - Alice in Chains e Faith No More

Ainda no espírito de revival grunge do post anterior, peguei a galocha e a capa de chuva e fui ao SWU finalmente assistir a um show da minha banda grunge favorita: Alice in Chains. A longa espera de 20 anos valeu a pena.

A banda já chegou arregaçando com “Them bones” e foi enfileirando hits e introduzindo músicas novas. Nem a chuva incessante que se intensificou durante o show esfriou os ânimos. O público pulava e cantava os hinos grunge com empolgação. A banda estava mais afinada do que nunca e o novo vocalista, William Duvall, segurou a onda muito bem.
William DuVall em ação
Na sequência, encerrando a noite e os três dias de festival, veio o Faith No More. O que dizer do show? Como sempre, perfeito! Trouxeram um cenário meio candomblé, um poeta pernambucano e um coral de jovens da Favela do Heliópolis. Misturaram hits com músicas menos conhecidas e não deram descanso durante uma hora e meia de show. Ah... e tem o Mike Patton, né? Como não amar aquele doido que vai ficando mais e mais possuído no decorrer da apresentação? Canta, dança, interage em português, solta palavrões, assume a câmera que filmava o show, cai do banquinho, vai pra galera... ah, sim, continua gato, supersimpático e cantando muito.
Mike Patton numa vibe pai de santo
Quanto ao festival em si, posso dizer que a sustentabilidade passou longe. A montanha de copos plásticos e latinhas pelo chão era impressionante. OK, eles vão reciclar depois, mas será que não seria melhor pensar em uma alternativa. Sei lá, tipo entregar um daqueles copos que desmontam quando você compra o ingresso e você teria que usá-lo durante o festival. Do contrário, pagaria uns R$5,00 por copo utilizado. Sei que pensar em cobrar um valor desses por copo parece absurdo, mas infelizmente as pessoas só se mexem quando o bolso é afetado.

Tirando a falta de civilidade de algumas pessoas e o número realmente insuficiente de lixeiras, o resto até que foi bem. O esquema de ida e volta com ônibus do festival funcionou melhor do que eu imaginava. O busão saiu na hora daqui da rodoviária do Tietê e levou só uma hora e meia para chegar em Paulínia, que é o tempo que eu demoraria para ir ao outro lado da cidade no Estádio do Morumbi, por exemplo. Na volta, apesar do cansaço para andar até a rodoviária, não teve muita fila de espera. Só uma meia hora, o que é razoável, considerando o número de pessoas no festival. Melhor do que os coitados que optaram por ir de carro e depois tiveram que pagar trator para desatolar os veículos no estacionamento oficial do evento.
No metrô: Fácil de saber quem voltava do show
O saldo? Positivo. Para mim festival de música é isso aí: passar um tempo com os amigos, assistir a ótimos shows (e alguns nem tão bons assim), pegar fila no banheiro, comer porcarias, estar sujeita a intempéries, muito cansaço e alguns machucados no pé, mas, no fim, ter vivenciado uma experiência única da qual me lembrarei para o resto da vida.´

Fotos dos shows: Folha.
Fotos no metrô: Ana Flávia.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Pra dizer adeus...

Ontem fui ao meu quinto e provavelmente último show do Bad Religion. Segundo o próprio vocalista, depois do Brasil eles vão passar pela Austrália e Canadá e então, após 30 anos de bons serviços prestados ao punk rock, se aposentar.


O show foi um misto de alegria por ver a banda mais uma vez e tristeza por saber que era um adeus. Misturando músicas do último álbum lançado em 2010, The Dissident of Man, e clássicos fisgados de todos os períodos da banda, o Bad Religion não decepcionou. É óbvio que eles não têm mais a mesma energia de antes, já que não são exatamente meninos. Mas, para falar a verdade, nem eu tenho o mesmo fôlego que apresentava há alguns anos. Faz parte do envelhecimento. Foi até engraçado quando Greg, o vocalista, perguntou quem estava vendo o Bad Religion pela primeira vez, com algumas pessoas levantando as mãos, e quem acompanhava a banda há pelo menos 20 anos e a maioria se manifestou. Não acompanho há 20, mas há uns 15... certeza. A sensação de ter a Certidão de Nascimento esfregada na cara é um tanto estranha e assustadora. Mas enfim, de uma coisa eu tenho certeza: pouquíssimas bandas podem se orgulhar de ficar 30 anos na ativa fazendo um som tão vigoroso, que não apenas faz pular, mas também pensar. Verdadeiro punk rock é isso aí.

Para quem não conhece e não tem a menor ideia do que eu estou falando, o refrão da letra de uma das minhas músicas favoritas, feita ainda no século XX, mas que, infelizmente, mostra a verdade dos nossos dias e o caminho apoteótico do futuro:

“See I'm a 21st century digital boy
I don't know how to read but I've got a lot of toys
My daddy's a lazy middle class intellectual
My mommy's on Valium, so ineffectual
Ain't life a mystery?”
(21st Century (Digital Boy))

Nada mais emblemático após um Dia das Crianças, não?

Para quem quiser se despedir ou ter o privilégio de ver um show dos caras, ainda dá tempo:
- Brasília (Parque da Cidade, em 14/10)
- Rio de Janeiro (Fundição Progresso, em 15/10)

Se não estiver por essas bandas, não tem problema. É só ir atrás dos discos e vídeos.
Fui!
(foto do Terra)

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Eu Fui: SOAD na Chácara do Jockey, SP

E isso sim é que eu chamo de aniversário perfeito: nada de eleições no dia seguinte e um dos melhores shows da minha vida: SOAD!


A dor de garganta e a dor de ouvido provocadas pela minha gripe anual, que resolveu aparecer no momento mais inoportuno possível, não conseguiram estragar a noite. Nem mesmo a garoa maligna que começou a cair pouco antes do show, ameaçando transformar minha gripe em pneumonia e o local num lamaçal, conseguiu arruinar o evento. E que bom que fiquei na dúvida se comprava ou não o ingresso para o Rock in Rio quando anunciaram o SOAD! Demorei para decidir e os ingressos acabaram se esgotando. E pela primeira vez na vida isso não me deixou chateada, já que logo anunciaram o show dos caras em SP. Muito melhor, né? Mais perto, mais barato (quer dizer, menos caro) e sem ter que aguentar bandas nada a ver. Simples e direto.


E foi realmente perfeito! O show começou na hora, um fato raro de se ver. A banda abriu com a sensacional “Prison Song” e foi desfilando hit após hit, cobrindo todo o álbum “Toxicity” e incluindo também as canções essenciais dos outros quatro discos. Fazia tempo que eu não ia a um show em que as pessoas cantavam e pulavam o tempo todo, mesmo as que estavam lá atrás. E a banda não dava descanso! Nada de blábláblá entre as músicas, nem troca de instrumentos, nem pausa para o vocalista se recuperar com o clássico coro da plateia. Porrada atrás de porrada. Uma hora e quarenta e cinco minutos de puro delírio. Nem teve como pedir bis, pois os caras já tinham tocado praticamente tudo e arremessado palhetas e pratos de bateria pra galera. Mas nem precisava... A espera de anos com certeza valeu a pena.

E fica a dica para estrelinhas pop/rockstar que se acham o centro do universo: pop/rockstar de verdade não precisa fazer o público esperar por horas para mostrar seu poder sobre os fãs, não precisa fazer troca de instrumentos a cada música para ser legal, não precisa ficar horas tagarelando sem parar porque acha que é divertido, não precisa fazer versões tão distorcidas das canções pensando que isso é oferecer uma boa experiência para a plateia... basta respeitar os fãs começando o show no horário e se entregar de corpo e alma à execução das músicas.

Fotos da Folha

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Amy Winehouse em São Paulo

E eu fui ao show da Amy Winehouse!!!


Cheguei ao Anhembi pouco antes do Instituto subir ao palco, sob um sol típico de fim de tarde em horário de verão. A banda, como sempre, foi muito boa. O esquema de convidados nos vocais é interessante, trazendo sempre uma surpresa para os espectadores.

Depois foi a vez do Mayer Hawthorne. Embora não conhecesse o cantor, gostei da apresentação, do visual e da interação do músico com o público.

O último show antes da grande estrela da noite foi o da Janelle Monáe. Introdução cheia de efeitos e vídeos no telão, o que fez com que eu só percebesse que a cantora estava no palco no meio da segunda música, quando o telão começou a mostrar o palco (é duro ser baixinha!!!). Sem dúvida, a garota tem uma voz sensacional e é bem performática.


Ao término do show da Janelle eu já não estava aguentando mais ficar em pé e ser esmagada e empurrada pelos desesperados que tentavam chegar até a grade a qualquer custo. Tive um momento de surto claustrofóbico e decidi ir para trás, já que a essa altura não enxergava mais nem o telão. E foi então que eu percebi quanta gente tinha lá. Fazia muito tempo que não  via o Anhembi tão lotado. Eu andava, andava, andava e não chegava nunca ao fim daquele mar de pessoas.  Por fim, cheguei a um local em que dava para respirar e dar uma sentadinha no chão para aliviar a dor nas costas, conseguindo, de quebra, ver o telão.


O show não atrasou muito, só uns 20 minutos. E eis que Amy Winehouse sobe ao palco, abrindo o show com Just Friends. E já na primeira música ela esquece a letra. Juro que naquele momento bateu um certo desespero ao ver a Amy ali parada olhando pra banda e tentando lembrar a letra. Felizmente, logo ela continuou, e seguiu emendando sucessos e arrasando. OK, mesmo lendo ela às vezes tropeçava nas letras, mas tenho que admitir que sua voz continua sensacional. A banda é ótima e brilhou tanto nos momentos em que apoiou a cantora quanto durante a apresentação dos backing vocals. Em resumo, o show foi inesquecível.

PARÊNTESES: Embora o show da Amy Winehouse tenha sido maravilhoso, é óbvio que poderia ter sido ainda melhor. A sensação que fica é um misto de alegria pelo show ter enfim se concretizado, de admiração pelo talento da Amy e de tristeza pelo fato dela ser tão talentosa e tão nova e já estar tão estragada. Pior é ter que ler várias pessoas esculachando o show, dizendo que a Amy não estava empolgada, que não interagiu, que mudou o ritmo das músicas, que tocou pouco e blábláblá... Qualquer um que já tenha visto um show dela sabe que ela sempre foi assim. Horrível também é ter que suportar a maldade das pessoas, que torciam claramente para que a Amy se desse mal, tropeçasse, caísse, enfim... qualquer desgraça. Sinceramente, não entendo o que faz um ser gastar uma grana para ir a um show que ele torce para que não aconteça. Não faz nenhum sentido pra mim. Muitos ali (e fora dali também) estavam à espera de um freak show, mas tiveram que se contentar com um show divino que, mesmo imperfeito, é um show para se guardar na memória com carinho. Então, só tenho uma coisa a acrescentar: É isso aí, Amy! Calou a boca (e levou a grana) desses imbecis que torciam pelo seu fracasso!!!

Fotos: IG

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Bandana, Barraca ou Gravata?

Ai meu coração!!!

E, principalmente, ai meu bol$o!!!

Conhece a famosa Lei de Murphy?
Então... não falha nunca!!
Sabe quando você passa vários fins de semana sem nenhum programa legal e quando finalmente acha algo divertido para fazer... descobre que tinha mais umas 2 opções imperdíveis no mesmo dia.
Pois é...

Fico aqui aguardando algum show decente para ir e quando acho 1, aparecem logo mais 2 na sequência.

Bon Jovi dia 6 de outubro no Morumbi
Queens of the Stone Age dia 10 de outubro (aguardando confirmação no SWU, em Itu)
Green Day dia 20 de outubro no Anhembi

Isso porque nem mencionei o Smashing Pumpkins, confirmadíssimo em 20 de novembro no Playcenter, pois esse é certeza. Aliás, a venda de ingressos começa dia 01 de agosto. Quer dizer, começa oficialmente, depois da confusão da empresa que traz a banda ter colocado os ingressos à venda por engano e suspendido a venda algumas horas depois.

E ai?
Desenterro a bandana, a barraca de camping ou a gravata?



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Aproveitando, coloco aqui o selinho que ganhei da Mãe do Bento
Valeu, Sarah!

segunda-feira, 15 de março de 2010

Direto do túnel do tempo...

não é que mais de uma década após o show clássico da turnê Use Your Illusion eu finalmente fui ao show do Guns?


Pois é... incrível mas aconteceu. E ainda teve show do Sebastian Bach de bônus. Duas bandas responsáveis por minha formação rocker de uma só vez. Já vi Ozzy, Iron Maiden, Metallica... só falta Bon Jovi para completar minha coleção de shows com ídolos do início da adolescência. OK, Bon Jovi pode não parecer tão metal quanto os outros, mas fazer o que? Assumo que fez parte daquela época e pronto.

Mas voltando ao show de sábado, tenho que dizer que curti o show do Sebastian Bach. Apesar do som baixo, o cara continua mandando bem nos vocais, foi mega simpático tentado se comunicar com a galera num português macarrônico e ainda é bem gato.



Já o show do Guns... bem, há pontos positivos e negativos.

Vejamos:

- Efeitos visuais e pirotécnicos: 10, nota 10 (numa vibe apuração dos votos de escola de samba)

- Dancinhas bizarras clássicas do Axl Rose: continuam lá.

- Cantor irritadinho, porém amável: confere.

- Clássicos que fazem você berrar até perder a voz: presentes.

- Músicas chatinhas de Chinese Democracy: também presentes (infelizmente...)

- Músicos: bons, mas o Slash é insubstituível e faz uma enorme falta.

- Vocais do Axl Rose: er... baixos e falhados. Em parte por causa de problemas técnicos, em parte culpa do próprio vocalista, que teve direito ao seu momento “Fala que eu te escuto” e ficou reclamando do esquema e agendamento de shows e blábláblá... Só o que eu ouvia era minha própria voz e a das pessoas que estavam perto cantando as músicas.


Saldo final: Me diverti muito, tenho dores por todo o corpo e assim que lançarem o DVD Karaokê Guns N’Roses ao Vivo no Palestra Itália comprarei sem dúvida para reviver esse momento mágico.


P.S.: Ainda estou me sentindo triste e deslocada por não ter ido de bandana...
Prometo não repetir tal erro no show do Bon Jovi (hehehe).

Imagens: Flickr do http://showgunsnroses.com.br/