Olás, povo!
Dando um tempo nos filmitchos para contar sobre os seriados de fim de ano.
O primeiro é um dos meus seriados favoritos: Dexter.
Para quem nunca assistiu, o resumo da ópera é mais ou menos assim: Dexter leva uma vida dupla. Durante o dia, é apenas mais um nerd caladão que trabalha como especialista em análise de manchas de sangue no Departamento de Polícia de Miami. Profissional competente, embora considerado estranho, sua ajuda é essencial para solucionar crimes complexos ocorridos na região. No entanto, quando a noite cai, Dexter mostra seu lado mais obscuro e interessante: o de serial killer. Apesar disso, torcemos por ele, já que ele não mata ao acaso. Ele segue um estrito código de conduta imposto por seu pai, um ex-policial que o ensinou como e quem matar e como proceder para não ser pego. Assim, seu alvo geralmente são criminosos que, de um jeito ou de outro, acabaram livres da prisão e acham que podem sair por aí aproveitando a vida como se nada tivesse acontecido. Para complicar um pouco mais a história, no mesmo departamento de polícia trabalha sua meia-irmã, Deb. Ela luta para ser reconhecida como uma boa investigadora e se desvencilhar da sombra do ótimo policial que foi seu pai, tentando ainda se destacar nas comparações feitas com seu brilhante irmão. O formato da série é um pouco diferente de outros títulos do gênero, como, por exemplo, CSI e Criminal Minds. Em Dexter, há um crime principal, cuja resolução dura a temporada toda, e outros casos menores que aparecem no decorrer da trama.
Voltando agora à temporada que vi no fim de ano: a quinta. Venho acompanhando a série com empenho desde a primeira temporada. Quem assistiu sabe que, além de ter sido a melhor de todas, a quarta temporada tem um final absurdamente sensacional, que faz você ficar pensando ‘E agora?’ e se contorcer tentando imaginar como seria a temporada seguinte, enquanto aguarda pacientemente sua estreia (na internet, lógico, porque ter que aguardar a estreia na TV é pedir demais). Então que achei a quinta temporada legal, mas incomparavelmente inferior à sua antecessora. Nesta última temporada, vemos mais uma faceta de Dexter, que se mostra cada vez mais “humano”, embora continue com sua eterna angústia da busca por seu lugar no mundo.
Se você se interessou, recomendo que comece a assistir desde a primeira, não só para ter detalhes de casos anteriores que são comentados nas temporadas mais recentes, mas também para perceber a evolução dos personagens. Pelo que eu sei, Dexter está passando na Fox e na Rede TV (dublada) e no FX e Liv (ou A&E?) (legendada). Cada canal apresenta uma temporada diferente. Há também a possibilidade de comprar ou alugar os boxes ou baixar da net e dar uma espiadinha.
A segunda série que vi no fim do ano foi a super aclamada e esperada The Walking Dead.
A trama é a seguinte: Homem acorda em um hospital e, ao sair do quarto, percebe que algo estranho aconteceu: há dezenas de corpos espalhados pelo chão e zumbis por todo lado. Ele não sabe o que se passou, só sabe que precisa achar sua família. Em sua busca, ele vai descobrindo partes da história e conhecendo as raras pessoas que não morreram nem viraram zumbi. Nesse mundo caótico, eles tentam sobreviver para chegar a um lugar seguro e encontrar a cura da epidemia.
Minha opinião: O que uma boa jogada de marketing não faz, não é mesmo? Criou-se tanta expectativa sobre a história, os efeitos especiais, o lançamento mundial e... nada. Embora a ideia de acordar sozinho num mundo devastado sem saber o que aconteceu não fosse original, poderia ter sido mais bem desenvolvida. Existem inconsistências absurdas na trama logo no primeiro episódio (que foi considerado o melhor de todos por alguns). Sabendo disso, ao terminar o primeiro episódio, pensei: ‘Se este era o melhor de todos, não quero nem ver o que vem pela frente’. Mas, como quem está na chuva é pra se molhar e como a série tinha apenas 6 episódios, decidi continuar. E minha previsão, infelizmente, se confirmou: a história degringolava a cada episódio. O último deu uma melhorada (veja bem, eu não disse que foi bom), provavelmente tentando segurar o público para a já anunciada segunda temporada que, não por acaso, teve todos os roteiristas trocados. É esperar para ver.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Filmes de Fim de Ano - Parte II
Olha eu aqui de novo!
Voltei para dar continuidade ao post de filmes do fim de ano.
Esta parte da lista inclui o que eu vi de melhor (os dois primeiros da lista) e de pior.
Vamos lá:
- Tetro (Tetro): O melhor filme do meu fim de ano. Não vou contar muito sobre o filme, só algumas palavras que resumem porque vale a pena assistir essa obra-prima: Francis Ford Copolla, Fotografia magnífica, História de conflitos familiares e guerra de egos contada de forma tocante, Drama, Suspense, Comédia, Locações na Argentina. Perfeito!!! Se você puder escolher apenas um desses filmes para assistir, eu recomendo que seja este.
- A origem (Inception): Este eu já havia começado a assistir antes, mas o DVD estava com problemas, então acabei baixando e assistindo no fim do ano. Leonardo diCaprio é o protagonista dessa história que envolve a invasão da memória de outras pessoas e roubo de informações. No entanto, em determinado momento, seu grupo é contratado para fazer o que até então era considerado impossível: criação de memórias dentro da cabeça das pessoas por uma equipe de arquitetos. Paralelamente, o personagem do Leonardo diCaprio tenta voltar para seus filhos e fazer as pazes com seu passado. A história pode parecer meio confusa no começo, mas nada que não melhore conforme o filme progride. E o visual é fantástico. Me arrependi de não ter ido ver no cinema.
- Um jantar para idiotas (Dinner for schmucks): OK, o nome por si só deveria ser um alerta para manter distância desse filme, mas eu sou mega fã do Steve Carell (o chefe sem-noção da versão americana de The Office). A premissa é simples: ao abrir uma vaga na empresa, Tim, personagem de Paul Rudd, deseja subir de posição na empresa e a oportunidade perfeita aparece. No entanto, há uma pegadinha: para assumir o cargo ele deve participar de um jantar com a alta cúpula da empresa e levar um idiota que será ridicularizado no evento. É aí que entra o Steve Carell, um loser que faz miniaturas com ratos empalhados. O filme tem uma boa mensagem no final, de que devemos respeitar as diferenças e tal e de que, em algum momento, todos agimos como idiotas, mas não foi tudo o que poderia ter sido. Tentou ser uma comédia romântica e acabou não sendo nem uma coisa nem outra.
- Os substitutos (Surrogates): Lembro que vi o trailer desse filme no cinema e mentalmente o coloquei na lista de “Filmes a talvez serem vistos”. Acabou que no fim do ano o filme passou na HBO e eu assisti. A ideia até que era boa: no futuro, a humanidade não precisa mais sair de casa para nada, basta conectar-se ao seu substituto, um robô que vive no mundo real as experiências que você vivencia apenas virtualmente. Algumas questões que preocupam as pessoas atualmente foram solucionadas: não há violência, todos podem ser jovens eternamente e ter a aparência que quiserem. Mas...(sempre tem um “mas”), fiquei pensando: qual a vantagem disso tudo se as pessoas ainda assim têm que continuar fazendo as mesmas coisas de sempre: acordar todos os dias, sair para trabalhar, preparar sua comida, etc? A única diferença é que elas não fazem isso diretamente, e sim por meio dos substitutos. Grande coisa!
Voltando à história, há um grupo de resistência de humanos que não quer viver dessa forma e monta um acampamento onde se vive sem essa tecnologia toda. Por fim, há também uma arma que é usada contra os substitutos e acaba fritando o cérebro do humano de quem o conduzia, gerando mortes violentas que até então eram consideradas extintas. Enfim... o filme tinha potencial e acabou não dando em nada. Perda de tempo total.
E em breve os seriaditchos do fim de ano.
Bjo!
Voltei para dar continuidade ao post de filmes do fim de ano.
Esta parte da lista inclui o que eu vi de melhor (os dois primeiros da lista) e de pior.
Vamos lá:
- Tetro (Tetro): O melhor filme do meu fim de ano. Não vou contar muito sobre o filme, só algumas palavras que resumem porque vale a pena assistir essa obra-prima: Francis Ford Copolla, Fotografia magnífica, História de conflitos familiares e guerra de egos contada de forma tocante, Drama, Suspense, Comédia, Locações na Argentina. Perfeito!!! Se você puder escolher apenas um desses filmes para assistir, eu recomendo que seja este.
- A origem (Inception): Este eu já havia começado a assistir antes, mas o DVD estava com problemas, então acabei baixando e assistindo no fim do ano. Leonardo diCaprio é o protagonista dessa história que envolve a invasão da memória de outras pessoas e roubo de informações. No entanto, em determinado momento, seu grupo é contratado para fazer o que até então era considerado impossível: criação de memórias dentro da cabeça das pessoas por uma equipe de arquitetos. Paralelamente, o personagem do Leonardo diCaprio tenta voltar para seus filhos e fazer as pazes com seu passado. A história pode parecer meio confusa no começo, mas nada que não melhore conforme o filme progride. E o visual é fantástico. Me arrependi de não ter ido ver no cinema.
- Um jantar para idiotas (Dinner for schmucks): OK, o nome por si só deveria ser um alerta para manter distância desse filme, mas eu sou mega fã do Steve Carell (o chefe sem-noção da versão americana de The Office). A premissa é simples: ao abrir uma vaga na empresa, Tim, personagem de Paul Rudd, deseja subir de posição na empresa e a oportunidade perfeita aparece. No entanto, há uma pegadinha: para assumir o cargo ele deve participar de um jantar com a alta cúpula da empresa e levar um idiota que será ridicularizado no evento. É aí que entra o Steve Carell, um loser que faz miniaturas com ratos empalhados. O filme tem uma boa mensagem no final, de que devemos respeitar as diferenças e tal e de que, em algum momento, todos agimos como idiotas, mas não foi tudo o que poderia ter sido. Tentou ser uma comédia romântica e acabou não sendo nem uma coisa nem outra.
- Os substitutos (Surrogates): Lembro que vi o trailer desse filme no cinema e mentalmente o coloquei na lista de “Filmes a talvez serem vistos”. Acabou que no fim do ano o filme passou na HBO e eu assisti. A ideia até que era boa: no futuro, a humanidade não precisa mais sair de casa para nada, basta conectar-se ao seu substituto, um robô que vive no mundo real as experiências que você vivencia apenas virtualmente. Algumas questões que preocupam as pessoas atualmente foram solucionadas: não há violência, todos podem ser jovens eternamente e ter a aparência que quiserem. Mas...(sempre tem um “mas”), fiquei pensando: qual a vantagem disso tudo se as pessoas ainda assim têm que continuar fazendo as mesmas coisas de sempre: acordar todos os dias, sair para trabalhar, preparar sua comida, etc? A única diferença é que elas não fazem isso diretamente, e sim por meio dos substitutos. Grande coisa!
Voltando à história, há um grupo de resistência de humanos que não quer viver dessa forma e monta um acampamento onde se vive sem essa tecnologia toda. Por fim, há também uma arma que é usada contra os substitutos e acaba fritando o cérebro do humano de quem o conduzia, gerando mortes violentas que até então eram consideradas extintas. Enfim... o filme tinha potencial e acabou não dando em nada. Perda de tempo total.
E em breve os seriaditchos do fim de ano.
Bjo!
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Filmitchos de fim de ano - Parte I
Olá, pessoas!
Como foram de fim de ano?
Eu aproveitei os dias de ócio para assistir uns filmitchos, ler, ver seriados.
Estes são alguns dos filmes escolhidos:
- Scott Pilgrim contra o mundo (Scott Pilgrim vs the world): Filme nerd indicado para quem vive imerso no universo pop de música, videogame e quadrinhos. A história em si é bem Sessão da Tarde: garoto se apaixona por garota e para ficar com ela terá que derrotar seus 7 ex-namorados malignos. O legal é ver como as mídias acima interagem e criam um visual único e divertido. Para ver com a mente aberta. Apenas relaxe e mergulhe na história.
- Amor à distância (Going the distance): Filme de meninas, ok? Garota faz estágio em um jornal em NY tentando ser efetivada. Nesse período, acaba encontrando garoto por quem se apaixona. Entretanto ela acaba voltando para San Francisco ao término do estágio e eles passam a viver um amor à distância. Como se pode imaginar, é bem complicado manter esse tipo de relação. Eles vão tentando até chegar ao impasse: ela recebe proposta para ser efetivada em um jornal de San Francisco. Ele tem sua carreira em NY. E então? Ela deve abrir mão novamente de sua carreira para continuar com sua história de amor? Filme com história manjada, mas o casal mais fofo do planeta (Drew Barrimore e Justin Long) torna o filme leve e ótimo para se ver numa tarde chuvosa.
- Conduta de risco (Michael Clayton): Ótimo suspense com o mega-astro George Clooney. O filme teve 7 indicações ao Oscar em 2008, incluindo melhor filme e melhor ator. O filme é daqueles que começa em um ponto próximo ao final e retrocede quatro dias para mostrar como se chegou a tal ponto. Não sabemos muito bem o que se passa. Aos poucos, vamos conhecendo detalhes da história do personagem principal (Clooney), o que ele faz, para quem trabalha, qual o grande segredo. O ritmo é bem lento, portanto, pessoas acostumadas à ação alucinada de filmes hollywoodianos vão se cansar logo e dizer que o filme é chato. Eu gostei bastante. Não achei sensacional, mas a história é interessante e vale a pena esperar para ver o desenrolar dos fatos. Basta prestar atenção e não esperar respostas imediatas.
- Tá chovendo hambúrguer (Cloudy with a chance of meatballs): Eu sou louca por animação e faz tempo que estava a fim de ver essa. A história é a seguinte: Garoto que desde pequeno quer ser um grande inventor constrói uma máquina que transforma a água da chuva acumulada nas nuvens em comida. Ele acaba salvando a cidadezinha pesqueira da falência provocada pela falta de interesse nas sardinhas.O que parecia ser uma bênção logo se mostra um problema de proporções gigantescas que o garoto tem que resolver. Apesar de parecer meio viagem, o filme aborda de forma divertida os problemas que as interferências na natureza causada pelos humanos podem causar.
Por enquanto, é isso.
Deixa eu parar de enrolar e voltar ao trabalho.
Como foram de fim de ano?
Eu aproveitei os dias de ócio para assistir uns filmitchos, ler, ver seriados.
Estes são alguns dos filmes escolhidos:
- Scott Pilgrim contra o mundo (Scott Pilgrim vs the world): Filme nerd indicado para quem vive imerso no universo pop de música, videogame e quadrinhos. A história em si é bem Sessão da Tarde: garoto se apaixona por garota e para ficar com ela terá que derrotar seus 7 ex-namorados malignos. O legal é ver como as mídias acima interagem e criam um visual único e divertido. Para ver com a mente aberta. Apenas relaxe e mergulhe na história.
- Amor à distância (Going the distance): Filme de meninas, ok? Garota faz estágio em um jornal em NY tentando ser efetivada. Nesse período, acaba encontrando garoto por quem se apaixona. Entretanto ela acaba voltando para San Francisco ao término do estágio e eles passam a viver um amor à distância. Como se pode imaginar, é bem complicado manter esse tipo de relação. Eles vão tentando até chegar ao impasse: ela recebe proposta para ser efetivada em um jornal de San Francisco. Ele tem sua carreira em NY. E então? Ela deve abrir mão novamente de sua carreira para continuar com sua história de amor? Filme com história manjada, mas o casal mais fofo do planeta (Drew Barrimore e Justin Long) torna o filme leve e ótimo para se ver numa tarde chuvosa.
- Conduta de risco (Michael Clayton): Ótimo suspense com o mega-astro George Clooney. O filme teve 7 indicações ao Oscar em 2008, incluindo melhor filme e melhor ator. O filme é daqueles que começa em um ponto próximo ao final e retrocede quatro dias para mostrar como se chegou a tal ponto. Não sabemos muito bem o que se passa. Aos poucos, vamos conhecendo detalhes da história do personagem principal (Clooney), o que ele faz, para quem trabalha, qual o grande segredo. O ritmo é bem lento, portanto, pessoas acostumadas à ação alucinada de filmes hollywoodianos vão se cansar logo e dizer que o filme é chato. Eu gostei bastante. Não achei sensacional, mas a história é interessante e vale a pena esperar para ver o desenrolar dos fatos. Basta prestar atenção e não esperar respostas imediatas.
- Tá chovendo hambúrguer (Cloudy with a chance of meatballs): Eu sou louca por animação e faz tempo que estava a fim de ver essa. A história é a seguinte: Garoto que desde pequeno quer ser um grande inventor constrói uma máquina que transforma a água da chuva acumulada nas nuvens em comida. Ele acaba salvando a cidadezinha pesqueira da falência provocada pela falta de interesse nas sardinhas.O que parecia ser uma bênção logo se mostra um problema de proporções gigantescas que o garoto tem que resolver. Apesar de parecer meio viagem, o filme aborda de forma divertida os problemas que as interferências na natureza causada pelos humanos podem causar.
Por enquanto, é isso.
Deixa eu parar de enrolar e voltar ao trabalho.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
E continue sentado para ouvir o resto...
E não é que depois do post anterior ainda recebi mais um e-mail? Quantos mais será que vou receber?
Mas deixa eu esclarecer uma coisa sobre o post da Melissa: eu não sou fashionista.
Muitas pessoas que compram Melissas são aficcionadas que tratam o calçado como se fosse uma peça de arte. Sofrem de ansiedade antes do lançamento de novas coleções. Depois, devido ao preço nem tão amigável do calçado, sofrem por ter que escolher apenas alguns modelos, deixando os outros de lado. Além disso, compram e escolhem muito bem as ocasiões em que vão usar os sapatos para que não estraguem. Por fim, ainda sentem raiva das imitações e de quem as usa.
Para mim, é só um calçado, nada mais. Não importa se são as Melissas verdadeiras ou imitações. Como para quase tudo que não é essencial, parto do seguinte princípio: Gostei, tem meu tamanho, o preço não é extorsivo - Levei!
Ultimamente, tenho comprado muitos calçados "de prástico". No fundo, acho que quero compensar uma frustração infantil: eu nunca tive uma Melissinha. Na verdade, eu tive sim. Não sei se era “original” ou “similar”. Lembro que era da Moranguinho e que tinha umas purpurinas. Foi lindo. Enchi o saco da minha mãe para ela comprar e, um dia, ela comprou. Coloquei as sandálias na hora, me achando toda, e fui brincar. No dia seguinte, meus pés e mãos estavam cheios de bolhas, que coçavam e ardiam e doíam, tudo ao mesmo tempo. Minha mãe me levou ao médico, ele fez algumas perguntas e nem precisou pensar muito para dar o diagnóstico: dermatite de contato. Para quem não sabe, a dermatite de contato ataca as extremidades (mãos e pés). Então, não importa se o que causa a alergia encostou na sua mão ou no seu pé: eles vão encher de bolha ao mesmo tempo.
Com o tempo, descobri outras coisas que causavam dermatite: areia, metais, borracha, giz. Como toda alergia, só tem um jeito de descobrir: quando as bolhas aparecem, você refaz mentalmente o que fez no dia anterior e tenta adivinhar o que fez de diferente ou o que possa ter causado a alergia. Simples, não?
Imagine como é para uma criança não poder fazer comidinha com areia, nem usar anéis, nem ter nenhum calçado de plástico (Melissinha, da Xuxa, da Angélica e outros de grande apelo infantil), não poder escrever na lousa com giz. Dos anéis e calçados de plástico, tive de abrir mão logo. Quando brincava de comidinha, tinha que me lembrar de não tocar a areia diretamente. O giz era complicado... eu sempre fui meio CDF, e adorava escrever os textos na lousa para a professora - até descobrir que não podia. Aí minha mãe deu a ideia de usar luvas de borracha. O que aconteceu? Piorou (foi então que descobri que borracha/látex também dava alergia). O jeito era usar uns lencinhos de papel ou de pano para segurar no giz. Fino, né?
Demorou um bom tempo até eu descobrir o que eu não podia tocar. Às vezes, coisas bobas desencadeavam a alergia: um arame de caderno, uma caneta emborrachada. Passei anos com medo de comprar coisas que pudessem gerar bolhas.
Até que um dia, há uns 3 anos, vi uma Melissa na loja e me apaixonei. Era perfeita demais para ignorar. Resolvi experimentar. Coloquei nos pés e fiquei lá, morrendo de dúvida se levava ou não. E a vendedora esperando... queria saber se eu tinha gostado da cor, se eu queria experimentar outro modelo, tentar outro número. Falei para ela qual era a minha dúvida e ela ficou me olhando com cara de “interrogação-barra-exclamação”. Decidi arriscar e comprei. Para a minha surpresa, a alergia de calçados plásticos sumiu. Como grande parte das alergias, aquelas que tínhamos na infância desaparecem e outras que não tínhamos surgem do nada.
Hoje consigo usar anéis e sapatos de plástico, mas ainda evito usar luvas de borracha, segurar canetas emborrachadas, mexer com areia e giz. Não sei se a alergia a esses produtos desapareceu, mas prefiro não abusar para não descobrir de um jeito desagradável.
Ah sim! Depois que deixei de comer carne e derivados, também abandonei tudo o que seja feito de couro. E não há nada melhor que substituir calçados de couro por sapatos lindos e coloridos de plástico!
Mas deixa eu esclarecer uma coisa sobre o post da Melissa: eu não sou fashionista.
Muitas pessoas que compram Melissas são aficcionadas que tratam o calçado como se fosse uma peça de arte. Sofrem de ansiedade antes do lançamento de novas coleções. Depois, devido ao preço nem tão amigável do calçado, sofrem por ter que escolher apenas alguns modelos, deixando os outros de lado. Além disso, compram e escolhem muito bem as ocasiões em que vão usar os sapatos para que não estraguem. Por fim, ainda sentem raiva das imitações e de quem as usa.
Para mim, é só um calçado, nada mais. Não importa se são as Melissas verdadeiras ou imitações. Como para quase tudo que não é essencial, parto do seguinte princípio: Gostei, tem meu tamanho, o preço não é extorsivo - Levei!
Ultimamente, tenho comprado muitos calçados "de prástico". No fundo, acho que quero compensar uma frustração infantil: eu nunca tive uma Melissinha. Na verdade, eu tive sim. Não sei se era “original” ou “similar”. Lembro que era da Moranguinho e que tinha umas purpurinas. Foi lindo. Enchi o saco da minha mãe para ela comprar e, um dia, ela comprou. Coloquei as sandálias na hora, me achando toda, e fui brincar. No dia seguinte, meus pés e mãos estavam cheios de bolhas, que coçavam e ardiam e doíam, tudo ao mesmo tempo. Minha mãe me levou ao médico, ele fez algumas perguntas e nem precisou pensar muito para dar o diagnóstico: dermatite de contato. Para quem não sabe, a dermatite de contato ataca as extremidades (mãos e pés). Então, não importa se o que causa a alergia encostou na sua mão ou no seu pé: eles vão encher de bolha ao mesmo tempo.
Com o tempo, descobri outras coisas que causavam dermatite: areia, metais, borracha, giz. Como toda alergia, só tem um jeito de descobrir: quando as bolhas aparecem, você refaz mentalmente o que fez no dia anterior e tenta adivinhar o que fez de diferente ou o que possa ter causado a alergia. Simples, não?
Imagine como é para uma criança não poder fazer comidinha com areia, nem usar anéis, nem ter nenhum calçado de plástico (Melissinha, da Xuxa, da Angélica e outros de grande apelo infantil), não poder escrever na lousa com giz. Dos anéis e calçados de plástico, tive de abrir mão logo. Quando brincava de comidinha, tinha que me lembrar de não tocar a areia diretamente. O giz era complicado... eu sempre fui meio CDF, e adorava escrever os textos na lousa para a professora - até descobrir que não podia. Aí minha mãe deu a ideia de usar luvas de borracha. O que aconteceu? Piorou (foi então que descobri que borracha/látex também dava alergia). O jeito era usar uns lencinhos de papel ou de pano para segurar no giz. Fino, né?
Demorou um bom tempo até eu descobrir o que eu não podia tocar. Às vezes, coisas bobas desencadeavam a alergia: um arame de caderno, uma caneta emborrachada. Passei anos com medo de comprar coisas que pudessem gerar bolhas.
Até que um dia, há uns 3 anos, vi uma Melissa na loja e me apaixonei. Era perfeita demais para ignorar. Resolvi experimentar. Coloquei nos pés e fiquei lá, morrendo de dúvida se levava ou não. E a vendedora esperando... queria saber se eu tinha gostado da cor, se eu queria experimentar outro modelo, tentar outro número. Falei para ela qual era a minha dúvida e ela ficou me olhando com cara de “interrogação-barra-exclamação”. Decidi arriscar e comprei. Para a minha surpresa, a alergia de calçados plásticos sumiu. Como grande parte das alergias, aquelas que tínhamos na infância desaparecem e outras que não tínhamos surgem do nada.
Hoje consigo usar anéis e sapatos de plástico, mas ainda evito usar luvas de borracha, segurar canetas emborrachadas, mexer com areia e giz. Não sei se a alergia a esses produtos desapareceu, mas prefiro não abusar para não descobrir de um jeito desagradável.
Ah sim! Depois que deixei de comer carne e derivados, também abandonei tudo o que seja feito de couro. E não há nada melhor que substituir calçados de couro por sapatos lindos e coloridos de plástico!
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Senta que lá vem história...
E então que uns meses atrás vi que o site da Melissa estava fazendo uma pré-venda de liquidação, com vários modelos que eu queria pela metade do preço. Escolhi dois modelos, adicionei ao carrinho, imprimi o boleto, que paguei no dia seguinte, e me preparei para a espera, já que ainda demorariam mais duas semanas antes da data de envio informado. Depois do envio, eu ainda deveria aguardar de 10 a 15 dias até minha encomenda chegar. Até aí, tudo OK.
Chega o grande dia do envio. Entro no site para acompanhar o pedido e vejo o status de pago e enviado. Depois disso, quase uma semana passou e nada de me enviarem o código de rastreamento dos Correios. No blog do site, várias meninas desesperadas para saber das encomendas e nenhuma resposta. Decidi esperar um pouco mais, afinal, atrasos acontecem. E eis que depois de uma semana, recebo dois e-mails informando que a empresa havia tido um problema com o carregamento e que meu pedido seria cancelado e/ou que apenas itens disponíveis seriam enviados. Que droga!, pensei, mas enfim... essas coisas acontecem, né?
Resolvi então mandar um e-mail perguntando qual caso era aplicável ao meu pedido, já que não estava muito claro se seria cancelado ou enviado parcialmente. E assim foi. Enviei 1, 2, 3 e-mails, para vários endereços diferentes. Mais alguns dias transcorreram e nenhuma resposta. O blog do site bombando de reclamações, dúvidas e juras de ódio eterno contra a marca. Estava realmente ficando preocupante.
Decidi, então, ligar e tentar obter uma resposta. Depois de dois dias e muitas ligações para outro estado - devidamente atendidas por robôs, consegui finalmente falar com um ser humano (não que isso me deixasse feliz). Falo do comunicado, informo meu número de pedido e obtenho a resposta: o pedido será totalmente cancelado. OK. Triste, mas fazer o que? Passo meus dados bancários, já que havia comprado com boleto. Sou informada então de que dentro de 48 horas o valor pago seria depositado em minha conta. Fim da história.
Fim da história?
Nãããããããããããããão!!!
A promessa de depósito do valor pago foi feita numa sexta, e o que acontece na segunda? Recebo minha encomenda, exatamente como constava no pedido.
Fiquei feliz, lógico, afinal meu pedido havia sido entregue. Nem me lembrei de ver se o depósito havia sido feito ou não. O que importa é que eu havia recebido o que comprei e que a novela havia acabado.
Ou não?
Sabe aquelas franquias de filmes, tipo “Sexta-feira 13”, em que matam e ressuscitam o protagonista várias vezes? Pois é... Quando achei que o assunto estava devidamente morto e enterrado, ele volta do além para me assombrar. Mais de uma semana após receber a encomenda e desencanar do assunto, entro no e-mail e vejo um novo comunicado: Seu pedido do modelo X, tamanho 37, foi enviado e um depósito de X reais foi feito na sua conta com relação ao outro item do pedido. Dentro de alguns dias você receberá o código de rastreamento dos Correios.
Oi?
Já tinha recebido o pedido e o modelo X não fazia parte dele, muito menos do tamanho 37. E ainda depositaram um valor na minha conta?
Estou chocada. Juro. Sei que falhas de comunicação às vezes acontecem e que não há como eliminar 100% dos problemas, mas como uma empresa desse porte faz uma confusão dessas? É para isso que existem vários canais de comunicação? É assim que a tecnologia facilita nossa vida? O que aconteceu com o velho “Servir bem para servir sempre”?
Estou tão abismada com essa história toda que ainda não tive coragem de ver o extrato para verificar se fizeram um depósito mesmo.
Mas aguardo o código de rastreamento com ansiedade...hehe.
Chega o grande dia do envio. Entro no site para acompanhar o pedido e vejo o status de pago e enviado. Depois disso, quase uma semana passou e nada de me enviarem o código de rastreamento dos Correios. No blog do site, várias meninas desesperadas para saber das encomendas e nenhuma resposta. Decidi esperar um pouco mais, afinal, atrasos acontecem. E eis que depois de uma semana, recebo dois e-mails informando que a empresa havia tido um problema com o carregamento e que meu pedido seria cancelado e/ou que apenas itens disponíveis seriam enviados. Que droga!, pensei, mas enfim... essas coisas acontecem, né?
Resolvi então mandar um e-mail perguntando qual caso era aplicável ao meu pedido, já que não estava muito claro se seria cancelado ou enviado parcialmente. E assim foi. Enviei 1, 2, 3 e-mails, para vários endereços diferentes. Mais alguns dias transcorreram e nenhuma resposta. O blog do site bombando de reclamações, dúvidas e juras de ódio eterno contra a marca. Estava realmente ficando preocupante.
Decidi, então, ligar e tentar obter uma resposta. Depois de dois dias e muitas ligações para outro estado - devidamente atendidas por robôs, consegui finalmente falar com um ser humano (não que isso me deixasse feliz). Falo do comunicado, informo meu número de pedido e obtenho a resposta: o pedido será totalmente cancelado. OK. Triste, mas fazer o que? Passo meus dados bancários, já que havia comprado com boleto. Sou informada então de que dentro de 48 horas o valor pago seria depositado em minha conta. Fim da história.
Fim da história?
Nãããããããããããããão!!!
A promessa de depósito do valor pago foi feita numa sexta, e o que acontece na segunda? Recebo minha encomenda, exatamente como constava no pedido.
Fiquei feliz, lógico, afinal meu pedido havia sido entregue. Nem me lembrei de ver se o depósito havia sido feito ou não. O que importa é que eu havia recebido o que comprei e que a novela havia acabado.
Ou não?
Sabe aquelas franquias de filmes, tipo “Sexta-feira 13”, em que matam e ressuscitam o protagonista várias vezes? Pois é... Quando achei que o assunto estava devidamente morto e enterrado, ele volta do além para me assombrar. Mais de uma semana após receber a encomenda e desencanar do assunto, entro no e-mail e vejo um novo comunicado: Seu pedido do modelo X, tamanho 37, foi enviado e um depósito de X reais foi feito na sua conta com relação ao outro item do pedido. Dentro de alguns dias você receberá o código de rastreamento dos Correios.
Oi?
Já tinha recebido o pedido e o modelo X não fazia parte dele, muito menos do tamanho 37. E ainda depositaram um valor na minha conta?
Estou chocada. Juro. Sei que falhas de comunicação às vezes acontecem e que não há como eliminar 100% dos problemas, mas como uma empresa desse porte faz uma confusão dessas? É para isso que existem vários canais de comunicação? É assim que a tecnologia facilita nossa vida? O que aconteceu com o velho “Servir bem para servir sempre”?
Estou tão abismada com essa história toda que ainda não tive coragem de ver o extrato para verificar se fizeram um depósito mesmo.
Mas aguardo o código de rastreamento com ansiedade...hehe.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Sessão Nostalgia: Meu Lanchinho
Naquele tempo... (sempre achei engraçado quando ia à missa e em determinado momento o padre começava a leitura com isso)
Enfim... naquele tempo, nos já longínquos anos 80, eu era apenas uma garota que ia para a escola com sua malinha e lancheira combinando. Na verdade, a tal malinha e lancheira só foram usadas no 1º ano, já que eu voltava um dia para casa toda saltitante balançando a mala e ela arrebentou. Fiquei só com a alça na mão, vendo meus cadernos e estojo se esparramarem pela rua. No ano seguinte comecei a usar mochila, onde continuei levando meu lanchinho.
Por que eu estou falando essas coisas?
Porque esta semana, mudando de canal, acabei assistindo parte de um programa que trata da produção de alimentos, mostrando desde o momento em que a matéria-prima chega à fábrica até o produto final embalado e enviado para o comércio. E o assunto era: Como é produzido o lanchinho clássico das crianças americanas?
Eles mostraram como é produzido o famoso sanduíche de geleia com manteiga de amendoim no pão de forma, suco de maçã na caixinha e minicenouras. Acho que tinha mais alguma coisa, mas não lembro bem (já estava tarde e fui dormir).
Engraçado como os hábitos variam de um lugar para o outro. Eu amo amendoim, mas esse sanduíche americano nunca comi. E o suco de maçã então? Enquanto nos Estados Unidos esse sabor é o mais vendido, por aqui raramente é visto. Só me lembro daquele da Yakult que, aliás, sempre detestei. As minicenouras foram uma revelação para mim. Não sabia que era um clássico da hora do recreio. Eu não como minicenouras. Não como nenhum desses legumes mini (tomate cereja conta?). Tenho medo. Acho mutante demais. E a miniespiga de milho então? Muita aflição!!!
Mas voltando ao que interessa: lembrei o que eu levava de lanche.
Quando tinha a lancheira, minha mãe sempre botava na garrafinha suco de guaraná em pó ou groselha (Vitaminada Milani, iupi! que, invariavelmente, vazava e fazia um estrago - lembre-se: nos anos 80 era tudo muito primitivo; nada de garrafinha térmica antivazamento e coisas do tipo). O lanchinho era quase sempre sanduíche de presunto e queijo no pão de forma ou nas bisnaguinhas (Seven Boys... nada de Panco). Às vezes umas bolachas recheadas. Não me lembro de ter levado fruta alguma vez na vida. Não por culpa da minha mãe, é claro. Ela insistia, mas eu sempre fui muito chata para comer. Acho que as minicenouras não existiam também naquela época, pelo menos não me lembro delas. Ah... tinha o Yakult também (quase sempre já estava quente - ughhhh).

Nostálgico, não?
E vocês, levavam o que de lanche?
Enfim... naquele tempo, nos já longínquos anos 80, eu era apenas uma garota que ia para a escola com sua malinha e lancheira combinando. Na verdade, a tal malinha e lancheira só foram usadas no 1º ano, já que eu voltava um dia para casa toda saltitante balançando a mala e ela arrebentou. Fiquei só com a alça na mão, vendo meus cadernos e estojo se esparramarem pela rua. No ano seguinte comecei a usar mochila, onde continuei levando meu lanchinho.
Por que eu estou falando essas coisas?
Porque esta semana, mudando de canal, acabei assistindo parte de um programa que trata da produção de alimentos, mostrando desde o momento em que a matéria-prima chega à fábrica até o produto final embalado e enviado para o comércio. E o assunto era: Como é produzido o lanchinho clássico das crianças americanas?
Eles mostraram como é produzido o famoso sanduíche de geleia com manteiga de amendoim no pão de forma, suco de maçã na caixinha e minicenouras. Acho que tinha mais alguma coisa, mas não lembro bem (já estava tarde e fui dormir).
Engraçado como os hábitos variam de um lugar para o outro. Eu amo amendoim, mas esse sanduíche americano nunca comi. E o suco de maçã então? Enquanto nos Estados Unidos esse sabor é o mais vendido, por aqui raramente é visto. Só me lembro daquele da Yakult que, aliás, sempre detestei. As minicenouras foram uma revelação para mim. Não sabia que era um clássico da hora do recreio. Eu não como minicenouras. Não como nenhum desses legumes mini (tomate cereja conta?). Tenho medo. Acho mutante demais. E a miniespiga de milho então? Muita aflição!!!
Mas voltando ao que interessa: lembrei o que eu levava de lanche.
Quando tinha a lancheira, minha mãe sempre botava na garrafinha suco de guaraná em pó ou groselha (Vitaminada Milani, iupi! que, invariavelmente, vazava e fazia um estrago - lembre-se: nos anos 80 era tudo muito primitivo; nada de garrafinha térmica antivazamento e coisas do tipo). O lanchinho era quase sempre sanduíche de presunto e queijo no pão de forma ou nas bisnaguinhas (Seven Boys... nada de Panco). Às vezes umas bolachas recheadas. Não me lembro de ter levado fruta alguma vez na vida. Não por culpa da minha mãe, é claro. Ela insistia, mas eu sempre fui muito chata para comer. Acho que as minicenouras não existiam também naquela época, pelo menos não me lembro delas. Ah... tinha o Yakult também (quase sempre já estava quente - ughhhh).

Nostálgico, não?
E vocês, levavam o que de lanche?
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Pequenas vitórias
Notícia de hoje na Folha:
“Justiça autoriza a ortotanásia no país”
Esse assunto já havia sido abordado diretamente por aqui no post do filme “Dr. Morte” com o Al Pacino. Eu não havia usado esse termo específico, que eu desconhecia, mas o tema era o mesmo. Como já era de se esperar, a decisão gera polêmica.
Porém, como já disse aqui, eu sou a favor de deixar a decisão sobre suas vidas nas mãos das próprias pessoas. Não importa se existem conflitos religiosos, políticos ou de qualquer tipo. O papel da justiça é garantir que nenhuma outra pessoa seja penalizada por se fazer cumprir um desejo do principal afetado (no caso o doente, mas vale também para outras questões em que todos resolver se meter, como, por exemplo, o aborto).
E é isso. Que venham as polêmicas e discussões, mas que os direitos do indivíduo sobre sua própria vida e corpo sejam garantidos, tema também abordado por aqui no tocante filme "Uma Prova de Amor".
“Justiça autoriza a ortotanásia no país”
Esse assunto já havia sido abordado diretamente por aqui no post do filme “Dr. Morte” com o Al Pacino. Eu não havia usado esse termo específico, que eu desconhecia, mas o tema era o mesmo. Como já era de se esperar, a decisão gera polêmica.
Porém, como já disse aqui, eu sou a favor de deixar a decisão sobre suas vidas nas mãos das próprias pessoas. Não importa se existem conflitos religiosos, políticos ou de qualquer tipo. O papel da justiça é garantir que nenhuma outra pessoa seja penalizada por se fazer cumprir um desejo do principal afetado (no caso o doente, mas vale também para outras questões em que todos resolver se meter, como, por exemplo, o aborto).
E é isso. Que venham as polêmicas e discussões, mas que os direitos do indivíduo sobre sua própria vida e corpo sejam garantidos, tema também abordado por aqui no tocante filme "Uma Prova de Amor".
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