quarta-feira, 15 de junho de 2011

Hummmmm!

Olás!

No fim de semana fui até a Liberdade e aproveitei para fazer umas comprinhas básicas.
Faz tempo que eu estava querendo fazer essa Panqueca de Cogumelos, então respirei fundo e enfrentei a muvuca do mercadinho para comprar os ingredientes.

O resultado foi esse aqui:

Aprovado!

Ainda no meu rolê na Liberdade, dei uma passadinha na Bakery Itiriki (ô lugar viu... impossível sair de lá sem comer nada!) e comprei várias guloseimas, entre elas esse cupcake:

Hummmmm!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Duas Doses de Comédia Romântica

Para não dizerem que só tem coisa pesada no blog, vou falar sobre duas comédias românticas que vi na semana passada.


A primeira foi “O noivo da minha melhor amiga” (Something Borrowed). Apesar do título genérico em português que é facilmente confundível com outros do gênero (Noiva do melhor amigo, Melhor amigo da noiva e coisas do tipo) e do clássico e manjado Pessoa A gosta da Pessoa B, que gosta da Pessoa C, que gosta da Pessoa A, dá para relaxar e dar umas boas risadas.

A história gira em torno de Rachel (Ginnifer Goodwin), uma advogada prestes a chegar à casa dos 30, que ganha uma festa surpresa da melhor amiga, Darcy (Kate Hudson). Inseparáveis desde a infância, Rachel e Darcy são como água e vinho: a primeira é toda tímida e focada na carreira, a segunda é atirada e põe a diversão sempre em primeiro lugar. Aliás, é a timidez de Rachel que a coloca numa sinuca de bico. Foi ela quem apresentou o garoto dos seus sonhos, Dex (Colin Egglesfield), que era seu colega na faculdade de Direito, a Darcy. Ele também tinha uma quedinha por Rachel, mas com Darcy entrando na jogada como um furacão e com Rachel batendo em retirada, ele acaba namorando Darcy e agora estão prestes a se casar. Na tal festa surpresa, uma série de acasos faz com que Rachel e Dex fiquem juntos. Os problemas surgem na manhã seguinte: o que fazer?

Aí começam as confusões. Tudo bem que a Rachel é tão certinha que irrita, mas fazer o que? Típica heroína ingênua desse tipo de filme. O que vale mesmo é a participação de John Krasinski (o superfofo-carinha-de-cão-carente Jim Halpert da série "The office") na pele de Ethan, amigo de Rachel que tenta fazê-la enxergar que está sendo passada para trás por Darcy e por Dex. A cena da praia é hilária! E ainda tem outros personagens impagáveis, como Claire (Ashley Williams), a amiga assanhada que tenta a todo custo conquistar Ethan, e Marcus (Steve Howey), um cafajeste de primeira que passa cantada até em vassoura se ela der mole.

Importante: Não deixe a sala antes do fim dos créditos!
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O outro filme que vi foi “Como arrasar um coração” (L’arnacoeur/Heartbreaker), ótima comédia francesa que conta a história de um trio formado por Alex (Roman Duris), sua irmã Melanie (Julie Ferrier) e seu cunhado Marc (François Damiens) e que tem um emprego inusitado: desfazer casais usando vários estratagemas e contando com o charme de Alex. Mas eles têm uma regra: Jamais desfazer um casal se eles estiverem felizes. Os três são contratados para evitar o casamento de Juliette (Vanessa Paradis) e Jonathan (Andrew Lincoln). Apesar de achar que eles foram feitos um para o outro, Alex acaba aceitando o trabalho, pois deve uma grana preta a uns maus elementos que estão correndo atrás dele para conseguir o dinheiro. E, enquanto tenta descobrir algo que indique a infelicidade de Juliette, acaba se apaixonando por ela.

As trapalhadas de Alex e seus comparsas e todos os micos que ele paga para seduzir Juliette fazem o filme. Impossível resistir à cena em que Alex reproduz a coreografia de Dirty Dancing para agradar seu alvo. Vale a pena!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Dica de Livro: Quase Noite (Alice Sebold)

Descobri o livro meio por acaso, dando uma busca nos livros disponíveis para troca no site do Trocando Livros. Tenho que confessar que a primeira coisa que chamou minha atenção foi a capa, aliada a um nome interessante: Quase Noite. O nome da autora também não me era estranho... Cliquei para ver a sinopse: “Um assassinato declarado nas primeiras páginas e uma trama que mescla presente e passado mostram todo o sofrimento, os conflitos e as desilusões de Helen, uma mulher capaz de dar fim à vida da própria mãe. Uma narrativa que trata com sagacidade um tema sombrio e delicado, que guarda segredos e dramas capazes de se transformar em terríveis tragédias.”



Uma rápida pesquisa no Google me levou à página da Isto É sobre o livro, que me fez ligar o nome à pessoa: Alice Sebold escreveu também "Uma Vida Interrompida", que eu li há um tempão e adorei, muito antes de ser transformado em filme por Peter Jackson. Eu não tinha mais dúvidas de que precisava ler essa nova história...

Comecei a ler “Quase noite” segunda-feira passada e não consegui mais desgrudar. Devorei as 291 páginas do livro, sem esforço, em uma semana. Como se libertar de uma história que começa assim: “No final das contas, matar minha mãe foi bem fácil. A demência, conforme desponta, tem o poder de revelar o âmago da pessoa afetada. O âmago de mamãe era podre como a água fétida de um vaso de flores mortas. Ela era bela quando meu pai a conheceu e ainda capaz de amar quando eu, filha temporã, nasci. Mas, naquele dia, ao me encarar com seus olhos vidrados, nada disso importava mais.”?

Helen, a protagonista, começa assim sua narrativa e nos arrasta para o furacão de sentimentos que ela guarda em si mesma, provocando no leitor uma confusão de sensações não menos intensas do que aquelas narradas por Helen. Amor e ódio se misturam e fica difícil perceber quando um sentimento termina e o outro começa. É quase impossível distinguir o que é admiração e dedicação do abuso e da doença, onde começa e onde termina a vida de Helen e de sua mãe.

No período das 48 horas após o assassinato, acompanhamos a protagonista descer ao inferno e voltar à superfície inúmeras vezes, mergulhando nas recordações e sendo trazida de volta à realidade. Helen tenta o tempo todo fazer as pazes com o passado e resolver questões de ordem prática do tipo o que dizer a polícia ou o que fazer com o corpo.

Por isso, recomendo a você se sente num lugar confortável, respire fundo e entre de cabeça no turbilhão que é a vida de Helen. Passatempo de primeira!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Filmitcho: Um Crime Americano (An American Crime)

Decidi assistir este filme por acaso, depois de dar uma olhada no guia de programação e ver que tinha uma história interessante em um horário assistível.
E que filme!
Contando com a ótima Ellen Page (a eternamente "Juno", que também fez "Menina má.com" e, mais recentemente, "A Origem") no papel da protagonista e com a maravilhosa  Catherine Keener (indicada ao Oscar por "Capote" e parte do elenco de "Quero ser John Malkovich" e "Em busca da natureza selvagem") no papel da antagonista, o filme conta a história real da jovem Sylvia Likes, que pode não ser tão conhecida no Brasil, mas chocou os Estados Unidos nos idos dos anos 60. Ela e sua irmã mais nova, Jennie, são deixadas provisoriamente pelos pais, que trabalham num circo/feira itinirante, aos cuidados de Gertrude Baniszewski, uma mãe solteira que tem 7 filhos para cuidar. O acordo parecia ótimo: Gertrude olharia as duas meninas por alguns meses e em troca receberia US$20,00 por semana. Para quem já tinha tantas crianças para cuidar, ser responsável por mais 2 não seria nada demais, e, ainda ganharia uma graninha.



No começo tudo vai bem. As crianças se entendem, fazem amizade, estudam e brincam juntas. Aos poucos, o lado violento de Gertrude começa a aflorar e, para ela, qualquer coisa é desculpa para bater e humilhar as hóspedes: pagamento atrasado, falsa acusação de roubo, falsa acusação de fofoca, sua condição delibitada de asmática, etc. Os castigos e humilhações vão aumentando de forma aterrorizante e o alvo principal é Sylvia, que assume parte da punição da irmã para protegê-la, já que a irmã mais nova era mais frágil e tinha sequelas da poliomielite.


[PAUSA] - Alerta de Spoiler
Se vc não quer saber mais detalhes sobre a história, pare de ler aqui. É que não tenho como contar o que vem em seguida sem revelar partes importantes da trama.
Eu já fiz posts aqui sobre outros filmes violentos. Apesar de banalizada, alguns aspectos da violência são mais fáceis de tolerar que outros. Não porque sejam menos importantes, mais leves ou nada do tipo. Mas é que tem coisas que me chocam mais e, uma delas, é a violência praticada por crianças. Vejam bem, eu disse "POR" crianças, não "CONTRA" crianças (não que violência contra crianças seja menos pior), mas é que faz parte do inconsciente popular dizer que "crianças são puras, sinceras e inocentes". Bem, nem sempre. O caso verídico contado neste filme está aí para mostrar.
[DESPAUSA]

Como se já não fosse absurdo o bastante ver tudo o que Gertrude faz com Sylvia, ainda somos brindados com tortura e maus tratos praticados pelas próprias crianças contra a menina. Sim, Gertrude incitava os filhos a baterem, chutarem, queimarem e a fazer o que quisessem com Sylvia para "ensinar uma lição a ela".
Mas a coisa não para por aí. Os filhos de Gertrude levavam os amiguinhos da escola para "se divertirem" com Sylvia. É sério. Horrivelmente pertubador, mas é verdade. Várias crianças desciam ao porão para torturar a menina a troco de nada.

O desfecho é trágico, como não poderia deixar de ser. Mas o que fica martelando na cabeça é: por que ninguém fez nada para ajudar Sylvia? Os filhos de Gertrude tinham medo da mãe, então é meio que compreensível que eles fizessem o que a mãe mandava. Eu disse que é "meio" compreensível, pois alguns eram pequenos (uns 7, 8 anos) e provavelmente não entendiam direito o que se passava, mas outros eram adolescentes de 13, 15 anos, ou seja, sabiam perfeitamente o que estavam fazendo. Além disso, vários outros jovens que torturaram Sylvia também já eram adolescentes e tinham noção do que acontecia ali. NINGUÉM, em momento algum, disse que não queria participar. Por que? NINGUÉM, em momento algum, avisou os pais, professores, vizinho, polícia ou sei lá mais quem. Mesmo os vizinhos de Gertrude, que ouviam Sylvia gritar desesperadamente, NUNCA pensaram em chamar a polícia. Se limitavam a virar as costas, fingir que não ouviam e ir cuidar da própria vida.

O mais triste de tudo é que esse caso acabou com a vida não só de Sylvia, mas de grande parte dos envolvidos. Muitas das crianças que participaram das sessões de tortura foram para o reformatório, os maiores foram julgados e condenados à prisão, Gertrude foi condenada à prisão perpétua. Mesmo aqueles que pegaram penas "mais leves", de um jeito ou de outro tiveram suas vidas marcadas para sempre, pois vários nunca se recuperaram, caíram no mundo do crime e se afundaram cada vez mais...
Um filme que agride os olhos, mas faz pensar.
Bjo e até a próxima!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Filmitcho - Direito de Amar

Já estava a fim de ver Direito de Amar (A Single Man) faz tempo, mas meus horários e os de exibição do filme na HBO não batiam. Semana passada, finalmente os horários coincidiram.

Apesar do péssimo título em português (pra variar...), Direito de Amar é um ótimo filme. Conta a história de George (Colin Firth) que perde Jim, o companheiro com que vivia há 16 anos, em um acidente. Avisado por telefone sobre a morte do namorado, George é impedido de participar do funeral pela família de Jim. Se ainda hoje absurdos como esse insistem em fazer parte do nosso dia-a-dia, imaginem então na época em que se passa o filme: o comecinho dos anos 60. Completamente desiludido e perdido na vida, George decide se matar e, para tanto, elabora todo o plano passo a passo.

Acompanhamos seus preparativos e também vemos, em retrospecto, flashes da vida de George com seu companheiro, desde o dia em que se conheceram. Ao mesmo tempo em que George coloca seu plano em prática, tem que lidar com assuntos cotidianos, como dar aulas e jantar com sua mais-que-amiga Charley. Tudo parece caminhar para o desfecho trágico e previsível anunciado pelo protagonista quando Kenny, um de seus alunos invade sua vida e acena com uma vaga esperança de luz no fim do túnel. Será mesmo?

Além de contar essa história bonita sobre perda, amor e solidão, vale ainda destacar a fotografia e a trilha sonora do filme, além das presenças sempre marcantes de Colin Firth e Julianne Moore, dois atores que eu adoro. Recomendadíssimo!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Prato do Dia: Soja em Tiras com Batatas Coradas

Da última vez que fui à zona cerealista, vi umas tirinhas de soja desidratada e imediatamente lembrei do filé Lig-Lig com batatas. Eu adorava esse prato. Então decidi levar as tirinhas e fazer minha versão veggie do prato chinês.

Vejam as duas fotos e digam se não ficou parecido:


Versão do Lig-Lig

Minha Versão
Soja em Tiras com Batatas Coradas acompanhadas por Arroz 7 Grãos Integrais Ráris e Saladinha de Alface, Agrião, Tomate Cereja, Azeitona e Alcaparras.

Ok, as minhas batatas não ficaram no formato palito, mas a minha receita é muuuuuuito melhor!
Primeiro, porque na minha versão nenhum ser vivo teve que ser torturado e, segundo, porque a minha versão tem muito menos gordura, já que as minhas batatas foram cozidas e depois coradas com shoyo e temperos.
Mais uma receitinha aprovada!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Prato do Dia: Lanchinho Rápido de Abobrinha



Dia de ir ao banco, comprar o presente da avó, entregar documentos faltantes do convênio médico.
E lá sei foi minha intenção de fazer um almocinho decente.
O lanchino da foto é da semana passada, uma versão aprimorada do pão com queijo branco que almocei hoje: queijo branco, alface, maionese e abobrinha grelhada na baguete. Delícia!