Mostrando postagens com marcador Ozzy Osbourne. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ozzy Osbourne. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 13 de julho de 2012

E o tema é . . . Documentários de Rock


Olás!

Hoje é o Dia Mundial do Rock e, para comemorar, mais um post especial da série E o tema é..., desta vez com os últimos 5 documentários que vi sobre esse estilo musical. 

God Bless Ozzy Osbourne, 2011
O documentário conta a trajetória do Príncipe das Trevas desde sua infância pobre até a recém-adquirida sobriedade. O pai ausente, os problemas com a polícia, a entrada no Black Sabbath, o auge da banda, as drogas, sua expulsão devido à dependência química, a carreira solo, o fundo do poço na fase The Osbournes, a importância de Sharon em sua vida. A expressão em vídeo de tudo o que foi contado pelo próprio Ozzy em sua autobiografia “Eu sou Ozzy” (já falei sobre o livro AQUI). Como adicional, entrevistas com músicos do calibre de Tommy Lee, John Frusciante, Robert Trujillo e Paul McCartney, além de depoimentos dos filhos do primeiro casamento e do atual e dos irmãos de Ozzy. Há também cenas de sua vida privada e de sua preparação minutos antes de subir ao palco (exercícios vocais, ergométrica, maquiagem), um lado novo do astro que já fez de tudo na vida e agora parece finalmente ter encontrado a paz. O DVD traz ainda como extras Perguntas e Respostas com Ozzy e seu filho Jack (que é o produtor do documentário), as pinturas de Ozzy, seu problema com tecnologia e a exibição do filme no Tribeca Film Festival de NY, em 2011. Sou megafã do Ozzy e minha admiração por ele só aumentou depois de ler sua biografia e ver este documentário. Imperdível! 

segunda-feira, 28 de março de 2011

Terminei: Eu sou Ozzy

Acabei de ler o livro do Ozzy e fiquei triste porque acabou!


Já nas primeiras páginas conseguimos ter uma boa ideia do que virá a seguir. Com as palavra, Mr. Osbourne: "As lembranças de outras pessoas sobre os eventos que estão neste livro podem ser diferentes das minhas. Não vou discutir com elas. Nos últimos quarenta anos, tomei muito álcool, cocaína, ácido, sedativos, cola, xaropes, heroína, Rohypnol, Klonopin, Vicodin e muitas outras substâncias pesadas que nem daria para listar nesta nota de pé de página. Em mais de uma ocasião, tomei todas ao mesmo tempo. Não sou a porra da Enciclopédia Britânica, digamos assim. O que você vai ler aqui é o que consegui tirar da geleia que chamo de cérebro quando tentei lembrar a história da minha vida. Nada mais, nada menos...”

Mas o livro não é só sobre os vícios do Ozzy (embora tenham orientado muitas de suas ações na maior parte de sua vida). É também sobre superação, família, amor, amizade e música, claro.

Foi muito bom ler as memórias dessa figura importantíssima da música mundial, descobrir o que é lenda o que é real e ver alguém se apresentar de forma tão verdadeira. Sim, porque o Ozzy pode ter inúmeros defeitos e ter feito milhares de burradas, mas tem a dignidade de assumir e pedir desculpas. Se é verdade? Não sei. São as palavras dele, né? Mas depois de ler tantas histórias bizarras que ele vivenciou e não teve vergonha de contar, por que iria mentir?

Recomendo a todos que gostam de uma leitura que mistura todas as emoções, independente de serem fãs de metal ou não.
Divirtam-se!