segunda-feira, 18 de abril de 2011

Achados do Fim de Semana e Nerdices

Oi, gente!

No último fim de semana fui fazer o que chamamos aqui em casa de "Roteiro dos Sebos", ou seja, fui ao centro dar uma passadinha básica em vários sebos que sempre visito. Fazia um tempo que eu estava evitando o roteiro porque é entrar lá e gastar mais do que deveria.
Logo no primeiro já dei de cara com essas três maravilhas:

Esse das histórias de monstros clássicos eu já estava atrás faz tempo. Só não tinha encontrado por um preço justo ainda. O de culinária vegetariana foi realmente um achado. Na verdade, as receitas são veganas, usam ingredientes comuns e são simples de preparar. Já o de modelagem eu encontrei por acaso e foi amor à primeira vista. Como sempre, os livros da editora Senac usam material de primeira qualidade e são megadetalhados nas explicações e fotos. Adorei!

Bom, e já que eu estava no centro, aproveitei para dar um pulo até a Galeria do Rock e me deparei com essa camiseta mais fofa e nerd do mundo (não reparem no amassado):

Sheldon Pride!

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Prato do Dia: Tofu Empanado na Mostarda

Oi, gente!

Retomando as atividades, passei para postar a fotinho do tofu que fiz semana passada:



É só cortar, remover o excesso de água com papel toalha e empanar. Eu fiz uma mistureba com maionese, mostarda, azeite e pimenta do reino. Pode tacar tempero sem dó porque fica bem suave. Depois é só passar na farinha de rosca e colocar na frigideira com algumas gotas de óleo ou azeite. Muito bom!!!

segunda-feira, 28 de março de 2011

Terminei: Eu sou Ozzy

Acabei de ler o livro do Ozzy e fiquei triste porque acabou!


Já nas primeiras páginas conseguimos ter uma boa ideia do que virá a seguir. Com as palavra, Mr. Osbourne: "As lembranças de outras pessoas sobre os eventos que estão neste livro podem ser diferentes das minhas. Não vou discutir com elas. Nos últimos quarenta anos, tomei muito álcool, cocaína, ácido, sedativos, cola, xaropes, heroína, Rohypnol, Klonopin, Vicodin e muitas outras substâncias pesadas que nem daria para listar nesta nota de pé de página. Em mais de uma ocasião, tomei todas ao mesmo tempo. Não sou a porra da Enciclopédia Britânica, digamos assim. O que você vai ler aqui é o que consegui tirar da geleia que chamo de cérebro quando tentei lembrar a história da minha vida. Nada mais, nada menos...”

Mas o livro não é só sobre os vícios do Ozzy (embora tenham orientado muitas de suas ações na maior parte de sua vida). É também sobre superação, família, amor, amizade e música, claro.

Foi muito bom ler as memórias dessa figura importantíssima da música mundial, descobrir o que é lenda o que é real e ver alguém se apresentar de forma tão verdadeira. Sim, porque o Ozzy pode ter inúmeros defeitos e ter feito milhares de burradas, mas tem a dignidade de assumir e pedir desculpas. Se é verdade? Não sei. São as palavras dele, né? Mas depois de ler tantas histórias bizarras que ele vivenciou e não teve vergonha de contar, por que iria mentir?

Recomendo a todos que gostam de uma leitura que mistura todas as emoções, independente de serem fãs de metal ou não.
Divirtam-se!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Prato do Dia: Torta Leve de Maçã

Não aguentava mais olhar aquelas 6 maçãs que moravam na minha geladeira há uma semana.
Pensei em fazer o Bolo de Maçã da Sarah, mas não tinha ovos nem tofu em casa.
Nada que uma busca rápida na internet não resolvesse.
O resultado foi esse aqui:













Super recomendo!!!
Tirei DAQUI.

terça-feira, 15 de março de 2011

Segunda Chance

Oi, pessoas!

Como foram de carnaval?
O meu foi bom, descontando a megagripe que ainda insiste em me assombrar.

Umas das coisas produtivas do feriado foi a arrumação dos armários (pelo menos de parte deles).
E, dando uma geral nas coisas, pude comprovar algo que eu já sabia: tenho muitas coisas que comprei e usei pouco (ou que nem usei) e que ficam encostadas. A maior parte delas acabo doando, mas agora resolvi tentar algo novo: Montei um brechó virtual. Pouco a pouco estou fotografando e postando coisas pouco usadas ou nunca usadas no Blog e no Flickr. Fiquem à vontade para visitar, comentar e indicar pros amigos, OK?


Uma boa surpresa pós-feriado foi a chegada da minha Melissa nova. Lembram do post-desabafo-reclamação sobre minha primeira compra no site da Melissa? Então... foi uma confusão danada, mas decidi que eu daria uma segunda chance, já que da primeira vez era uma megapromoção e tal. E não é que dessa vez tudo correu bem? Felizmente a má impressão foi desfeita e me sinto segura para continuar comprando pelo site. Lógico que eu prefiro comprar na loja, mas o modelo que eu queria (Snake Animale) não foi entregue na cor desejada onde eu fui para experimentar. Fiquei na dúvida entre esperar ou comprar pelo site decidi arriscar. E foi isso. Não estou escrevendo para promover a marca, e sim para atestar que o problema que eu tive na primeira compra foi uma exceção.


Outra coisa legal foi que conheci o site Trocando Livros. A ideia é simples e bacana: você faz uma lista com os livros que você quer trocar e coloca no site. Alguém que se interessar faz uma solicitação. Você pode aceitar ou não. Ao aceitar, você tem 5 dias úteis para enviar o livro solicitado por Correio. O mais legal é que descobri um tipo de envio com tarifa reduzida para livros (que ninguém divulga e que alguns funcionários dos Correios até desconhecem). Assim, quem envia fica responsável pelo custo da remessa, que fica em torno de R$ 5,00, variando conforme o peso do livro. Depois de enviar, você entra no site e posta o código de rastreamento para comprovar o envio. Daí você recebe 01 crédito, que dá a você o direito de solicitar qualquer livro disponível no site. Não é genial? Eu já troquei alguns livros e foi bem sossegado. Super recomendo!!!

Resumindo: Estou num momento de dar uma segunda chance para lojas, roupas, acessórios, livros e tudo o que está encostado mas que pode ser útil para outra pessoa. E você? Já deu uma olhada no que tem parado em casa?

Boa semana!

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Prato do Dia: Melancia

Segunda-feira é um dia complicado de fazer almoço, já que o que tinha de comida acabou no fim de semana e a feira é só na terça. Além dos zilhões de laudas para entregar num prazo curto, está chovendo sem parar e não tenho nenhuma disposição para sair de casa e comprar alguma coisa pra comer.

E eis que a única coisa disponível na geladeira era um mega pedaço de melancia.
“É isso!”, digo a mim mesma. O almoço de hoje será melancia. Uma rápida pesquisa na internet e tchãrã:
A entrecasca da melancia virou um refogado com soja.

Pode fazer sem medo que tanto o aspecto quanto gosto passam fácil por chuchu, ou seja, não tem gosto de nada. É só temperar como quiser que vai ficar uma beleza!

A melancia pode ser completamente aproveitada. Da polpa (parte vermelha) se faz suco e carpaccio. Com a entrecasca (parte branca) dá para fazer cozido, refogado, salada, doce e picles. A casca (parte verde) pode virar uma farofa nutritiva.

Receitas e inspiração para testar novas possibilidades não faltam, mas minha melancia e meu tempo acabaram. Fica pra próxima!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Travessuras da Menina Má

Este fim de semana estava tentando organizar meus livros e DVDs e percebi que acabei esquecendo de fazer um post sobre um dos últimos livros que li e um dos que mais gostei: Travessuras da menina má, de Mario Vargas Llosa.


O livro é narrado por Ricardo, que conhece a tal menina má quando ambos eram crianças no Peru. Ele nutre sua paixão infantil a vida toda pela menina má, que de tempos em tempos cruza seu caminho criando no rapaz a falsa esperança de ficar ao seu lado. Tenho que dizer que fiquei com ódio da fulaninha, que se aproveita dos sentimentos de Ricardito, mas, por outro lado, é ele quem insiste em projetar todo seu amor nela, mesmo que ela nunca tenha dito que o amasse.

Além dos encontros e desencontros do casal de protagonistas, outra coisa que me fascinou no livro foi o relato de fatos importantes na história recente mundial, como, por exemplo, as revoluções e ditaduras na América Latina, o movimento hippie na Europa, sua decadência e substituição pelo punk, o surgimento dos skinheads. Enquanto eu lia, imaginava os acontecimentos e me pareceu que o livro está pronto para ser transformado em filme, só esperando alguém que o faça.

Outra coisa que fez com que o livro se tornasse um dos meus favoritos é a profissão de Ricardito: ele é tradutor nas Nações Unidas. É interessante ler o que outra pessoa, ainda que fictícia, pensa sobre o ofício e se identificar com o relato de tudo o que há de bom e ruim na “profissão de fantasmas”, como diz um amigo do narrador, também tradutor. Aliás, é esse amigo que faz as mais tristes e reais considerações sobre a atividade:

"[...] E se, de repente, sentirmos que vamos morrer e nos perguntarmos ‘Que rastro deixaremos da nossa passagem por este canil?’, a resposta honesta seria: nenhum, não fizemos nada, além de falar pelos outros. O que significa, então, ter traduzido milhões de palavras se não nos lembramos de nenhuma, porque nenhuma merecia ser lembrada?

Um dia disse a ele que o odiava, porque aquela frase, que vez por outra me vinha à memória, me convenceu da total inutilidade da minha existência.

 - Nós, trujimanes, somos apenas inúteis, querido – quis me consolar. – Mas não prejudicamos ninguém com nosso trabalho. Em todas as outras profissões podem-se fazer grandes estragos na espécie. Pense nos advogados ou nos médicos, por exemplo, sem falar nos arquitetos e políticos."
(Travessuras da menina má, página 121).

Recomendo a todos que gostam de uma história bem escrita, tradutores ou não.