sexta-feira, 30 de setembro de 2016

O que rolou... Setembro/2016

Oi!


E lá se vai mais um mês dizendo adeus. Setembro teve muita coisa boa (como o Paulicéia Literária e o módulo de História do Cinema sobre Panorama dos anos 40-50 do Cinema Norte-Americano) e uns momentos bem desanimadores, mas a vida segue, não é? O resumo do que rolou por aqui em matéria de livros, filmes e séries está logo abaixo.  

Livros

Finalizei 3 livros em setembro. O meu preferido (do mês e do ano) foi E o vento levou.


- E o vento levou (Margaret Mitchell): Comecei a ler esse livro em agosto, junto com amigas, que me estimularam a encarar as 1000 páginas de história. Só tenho a agradecer a elas por me fazerem ler essa maravilha. Ainda quero ver o filme para escrever sobre os dois (só não sei quando conseguirei fazer isso...)
- O leitor do trem das 6h27 (Jean-Paul Didierlaurent): Uma história simples sobre pessoas invisíveis e livros descartados. Achei uma gracinha.
- O quinze (Rachel de Queiroz): Esse foi uma releitura para o #LeiaMulheresSP. Eu nem lembrava mais da história e foi bacana reencontrar os personagens e discutir com o pessoal.

* Publicada a resenha de Clube da Luta (livro vs filme).

P.S. – Este ano adotarei uma pontuação máxima de 5 estrelas, em vez de 4 como costumava fazer, tanto para livros quanto para filmes.

Filmes

Em setembro vi 7 filmes. Inclusive, já tenho meu candidato (fortíssimo) ao pior filme que vi este ano: Esquadrão suicida. Não teve nenhum filme sensacional e inesquecível este mês, mas Califórnia foi uma ótima surpresa.


- Califórnia: Filme brasuca sobre adolescência nos anos 80 e o tabu da AIDS. Gostei muito. E a trilha sonora é ótima! [#vejamaismulheres]
- Esquadrão suicida: Eu não tinha expectativa nenhuma pra esse filme e, mesmo assim, ele conseguiu me decepcionar. Pior, conseguiu me irritar loucamente.
- Victoria: Apesar da extrema ingenuidade da protagonista me incomodar, vale dar uma espiada nesse filme. O diretor e o operador de câmera conseguiram uma proeza: filmar mais de duas horas em um único plano-sequência. E não achem que foi só botar a câmera fixa no tripé e focar nos atores em um ambiente restrito; eles rodam junto com o elenco pelas ruas da Alemanha, entrando, inclusive, em uma boate lotada.
- Jason Bourne: A história é aquela de sempre, mas a franquia não desaponta no quesito perseguição. O jogo de gato e rato entre Bourne e seu inimigo da vez no final do filme é sensacional. Imagino que dois terços do orçamento devem ter sido gastos nesses 10 minutos de destruição pelas ruas de Vegas.
- Aquarius: Gostei da história e principalmente do trabalho da Sonia Braga, mas não achei tudo isso que estão falando. [#vejamaismulheres]
- Incompreendida: Invisibilidade e negligência na infância. O filme peca nos excessos em alguns momentos, mas consegue envolver. E é mais um com trilha sonora perfeita. [#vejamaismulheres]
- Cemitério maldito: Clássico do Cinema em Casa do SBT adaptado do livro do King pelo próprio autor. Tem um monte de problemas, mas continua me divertindo (e perturbando). [#vejamaismulheres]

Séries

Este mês assisti à segunda temporada de “Wayward Pines” (que é bem desnecessária) e comecei a ver a segunda temporada de “The Fall”. Iniciei ainda a primeira temporada de “Call the Midwife” e estou finalizando “Outcast”.

E vocês, o que aprontaram este mês?
Beijo e até +!


2 comentários:

Lígia Barros disse...

Também não achei "Aquarius" tudo isso que estão falando. O filme é bom, mas o hype foi exagerado.

Michelle disse...

Lígia,
Pois é. Gostei mais de "Mãe só há uma", por exemplo.