quarta-feira, 9 de outubro de 2013

E o tema é . . . 5 x Ryan Gosling

Como vocês devem saber, eu adoro fazer posts para a coluna “E o tema é...”. Já fiz especiais de filmes orientais, sobre a loucura, sobre o nazismo, sobre comida, etc. Agora decidi fazer uma edição com 5 produções estreladas pelo lindo e talentoso Ryan Gosling. Preparados? (e, mais especificamente, preparadAs?...rs). Vamos lá!


Ryan é mais uma cria do famoso “Clube do Mickey”, de onde saíram outros artistas como Christina Aguilera, Justin Timberlake e Britney Spears. Ao contrário de seus companheiros de trabalho, Ryan seguiu caminho pelo mundo do cinema. E se deu muito bem! Não me lembro qual foi o primeiro filme dele que assisti, mas, sem dúvida, o que me marcou e o colocou na minha lista de atores preferidos foi “Drive”. Como já falei dessa produção AQUI, vou listar outros cinco trabalhos do ator que eu já conferi.
  
1. Só Deus Perdoa (Only God Forgives, 2013) [Dinamarca]

Filme mais recente de Gosling, conta a história de dois irmãos britânicos que vivem em Bangcoc, onde administram um clube de boxe tailandês que serve de fachada para o real negócio da família: tráfico de drogas. Ryan interpreta Julian, o caçula que é obrigado pela mãe a ir atrás do assassino do irmão mais velho. O resultado é uma história de vingança surreal pelas escuras ruelas da cidade.

Eu fiquei toda animada para ver esse filme porque: 1) Tem o Ryan Gosling, 2) É do mesmo diretor de “Drive”, 3) Se passa na Tailândia. No entanto, minhas expectativas não se concretizaram. O filme tem um visual bem peculiar, acerto de contas é um dos meus temas favoritos, mas... não sei. Algo não funcionou para mim. Indico só para fãs extremos.

2. O Lugar Onde Tudo Termina (The Place Beyond the Pines, 2012) [Estados Unidos]


Aqui Ryan é Luke, um motociclista que trabalha em um globo da morte e leva uma vida simples, até que descobre que sua ex-namorada teve um filho seu. Ele tenta se aproximar da ex e do filho e, para provar que é capaz de assumir a responsabilidade, Luke começa a participar de uma série de roubos a banco para conseguir dinheiro rapidamente. Só que as coisas saem de controle quando um policial dedicado cruza seu caminho e começa a persegui-lo para obter uma promoção.

Eu já tinha falado desse filme AQUI, na 1ª edição da coluna “Contando os Dias”. O filme é bem bacana e mostra não só o duelo entre “mocinho” e “bandido”, mas também os conflitos morais dos personagens e como gerações futuras ficam marcadas por erros de seus antecessores. Confesso que eu tinha imaginado uma história totalmente diferente, mas gostei de ser surpreendida. O destaque do filme, no entanto, não é o Gosling, e sim o Bradley Cooper, que interpreta o policial. Vale conferir.

3. Namorados Para Sempre (Blue Valentine, 2010) [Estados Unidos]

História de um casal vivido por Ryan e Michelle Williams que vê seu relacionamento desmoronar. O filme alterna o momento de decadência atual com flashes do início do romance. Um retrato triste e verdadeiro das relações amorosas, desde o encantamento e a fase em que tudo são beijos e juras de amor eterno até o desgaste natural do dia a dia, as dificuldades que sufocam a admiração, o ciúme, o cansaço... enfim.

A trama certamente não agrada a todos, principalmente se a pessoa se deixar levar pelo cartaz e pelo título enganoso em português. É engraçado como, durante o filme, eu me pegava com raiva da Michelle às vezes, por ela ser tão seca e chata enquanto o Ryan estava sendo todo fofo com a filhinha de 5 anos deles; depois, ficava do lado dela, pois entendia que ela estava apenas cansada e que, provavelmente, eu agiria da mesma forma e acharia o Ryan um folgado sem perspectivas na vida. Românticas incondicionais que acreditam no príncipe encantado e no amor imutável e infinito certamente vão odiar o filme. Pessoas mais realistas vão se identificar mais. De qualquer forma, é impossível permanecer impassível. Recomendo.

4. Entre Segredos e Mentiras (All Good Things, 2010) [Estados Unidos]

Inspirado em uma história real, o filme é sobre David, um rapaz milionário que se apaixona e se casa com uma garota humilde. No começo, tudo são flores, o cara é um perfeito gentleman, amoroso, divertido, que deixa os negócios da família para trás e vai morar em uma casa modesta em outra cidade e enfrenta o desgosto dos parentes por causa de sua união com uma pessoa pobre. Aos poucos, o lado sombrio e dominador de David vem à tona e o que parecia ser uma comédia romântica se transforma em um suspense cheio de mortes e intrigas.

Eu nunca tinha ouvido falar desse filme e o escolhi por acaso, em um domingo qualquer de preguiça em que comecei a fuçar nos filmes gratuitos para assistir pelo NOW. Esse se encaixava nessa categoria, não era muito longo e ainda tinha o Ryan Gosling e a Kirsten Dunst. Pronto, decidido! Gente, eu não esperava que a história fosse tomar o rumo que tomou. Sério. Não que tenha sido ruim. Foi um filme razoável. Mas a transformação de “Sessão da Tarde” em “Supercine” me pegou desprevenida. E o mais chocante é que o filme é baseado em algo que realmente aconteceu. Vale como curiosidade.

5. A Garota Ideal (Lars and the Real Girl, 2007) [Austrália]

Nesta história, Gosling é o Lars do título, um cara de quase 30 anos que tem problemas para se relacionar com as pessoas e vive na garagem do irmão mais velho. A cunhada e o irmão, que são seus únicos parentes vivos, ficam preocupados com seu isolamento e estão sempre tentando uma socialização. Um dia, Lars encontra uma companhia ideal: uma boneca inflável super-realista. Então, ele passa a andar para cima e para baixo com sua nova amiga, deixando o irmão e a cunhada desesperados. A médica da cidadezinha o diagnostica com um tipo de alucinação e diz que a única forma de curá-lo é embarcar na fantasia com ele.

Nem preciso dizer que a premissa original foi o que me fez assistir ao filme, né? Aliás, esse é o segundo filme que vejo este ano que tem como personagem uma boneca inflável (embora, ao contrário do outro, neste ela não seja a protagonista). Mas voltando ao filme... Ryan está impagável com seu bigodinho brega e nem de longe lembra o sedutor e confiante Jacob, que interpretou em “Amor a Toda Prova”. Apesar das situações inusitadas e engraçadas, o filme fala das excentricidades de cada um, de como um trauma afeta as pessoas, das dificuldades de se apaixonar e ser correspondido. Um filme bonito que equilibra bem a melancolia e a leveza.

E aí, gostaram? Que filmes do ator vocês indicam?

Beijo!

6 comentários:

Taciele Morais disse...

O primeiro filme que assisti dele foi Diário de uma Paixão do Nicholas Sparks. E foi nesse momento que me apaixonei pelo Ryan haha. Daí fui vendo outros trabalhos dele até que cheguei a Drive... e que puta filme! Já perdi a conta de quantas vezes já repeti a cena do elevador rs.

Sobre o post tenho uma coisa a dizer: lindo. Lindo demais haha
Bjo!

Cartaz Amarelo disse...

Ryan Gosling... aiai.

Desses, só assisti o Only god... e tb não me agradou.
Me interessei pelo Blue, vi uma entrevista com ele sobre e achei q deve ser interessante. Pelo seu comentário, vou gostar!

Bju

mm amarelo disse...

Estava lendo o post e me perguntando "Meu Deus, quem é esse homem?", mas aí você falou do Blue Valentine e eu descobri, rs. Gostei desse filme, é como você disse, difícil de ver, mas bem real. Agora fiquei curiosa por esse da boneca inflável, vou ver se encontro.
bjs,
Maira

livroseoutrasfelicidades disse...

O Ryan é gato, não dá para negar...rsrs...
Odiei "Blue valentine" - vai ver sou uma mocinha romântica, vai ver aquela crueza toda não era o que eu queria para o momento. Já o filme com o Jim Carell (esqueci o nome)é bem gostoso de se assistir. Ainda não vi "Drive", deve ser bom, hein?

Patrícia Di Carlo disse...

Poxa... lendo esse teu post é que percebi o quanto estou em débito com a 7ª arte... ão vi nenhum desses, e olhe que tenho pelo menos 2 em casa... tsc tsc tsc...

Xerinhos

Michelle disse...

Taci,
Eu sei que já vi trabalhos mais antigos do Ryan, mas não ficaram marcados. Já Drive... comecei a assistir meio resistente e adorei! Muito bom mesmo!

Cah,
Only God... é estranho. Gostei muito do visual, mas achei a história meio frouxa.

Maira,
Esse da boneca é fofo! Surreal, mas meigo.

Julia,
É... Blue Valentine não é para todo mundo e muito menos para todos os momentos. Tem que estar em um estado de espírito equilibrado para não se desesperar. Ah, o do Carell é uma delícia! E Drive é muito, muito bom! Recomendo!

Paty,
É muita coisa pra fazer e pouco tempo disponível, né? Mas desses todos, não deixe de ver Drive. E as comédias são bem leves e revigorantes, viu?