sábado, 25 de fevereiro de 2012

Filmitcho: O Homem que Mudou o Jogo


Baseado no livro “Moneyball: The art of winning an unfair game”, de Michael Lewis, que teve origem em uma história real, a trama de “O Homem que Mudou o Jogo” (Moneyball) gira em torno de Billy Beane (Brad Pitty), gerente geral do Oakland A’s, time de baseball que não tem grana para contratar grandes astros, e que tem que se virar para arranjar substitutos para os jogadores que se destacam na equipe e que são levados pelos times grandes. Um dia, Beane vai negociar um jogador e conhece Peter Brand (Jonah Hill), nerd formado em economia na Universidade de Yale e que apresenta sua teoria à Beane: o modo de seleção de jogadores de baseball está errado; o ideal seria montar uma equipe com jogadores rejeitados, mas que tenham a mínima habilidade de chegar à base, marcar pontos e vencer os jogos.


O foco principal do filme não é o baseball, e sim como mentes brilhantes e pessoas visionárias conseguem realizar grandes mudanças. No caso de Billy e Peter, eles tiveram que enfrentar a cúpula de olheiros que, obviamente, não ficou nem um pouco feliz com essa novidade toda, além do treinador do time, Art Howe (Philip Seymour Hoffman), que desafia solenemente as instruções de Beane para escalação do time. Beane decidiu abraçar a teoria de Brand não só pelo desespero de ter que fazer milagre com os poucos recursos que tinha, mas também porque ele mesmo havia sido vítima de um julgamento errôneo por parte dos olheiros. Até hoje Beanne tem dificuldade para lidar com o passado, e é esse sentimento que o aproxima dos jogadores rejeitados, que lutam para recuperar a autoestima, e também de Brand, que precisa aprender a se impor.

Não sou muito fã de filmes de superação por meio do esporte, mas a história aqui é bem contada. Brad Pitt convence no papel e gostei até do Johan Hill, que sempre desperta em mim sentimento de asco, graças aos péssimos papéis que interpreta. Um bom filme, embora não veja nada de especial para concorrer ao Oscar. Indicado nas categorias de Melhor Filme, Melhor Ator (Brad Pitt), Melhor Ator Coadjuvante (Jonah Hill), Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Montagem e Melhor Mixagem de Som.

2 comentários:

Kamila Raupp disse...

Oi Michelle!
Não sei se veria esse filme, mas é um estilo que minha mãe adora. Então vou passar a dica a ela KLDJAÇSLKD
Existe tantos filmes que não merecem ser indicados e nem ganhar o oscar né? :/
Torcendo por HP esse ano!

Beijos, Kamila
http://vicio-de-leitura.blogspot.com/

Por que você faz poema? disse...

Dos concorrentes ao Oscar, é o mais fraco. Certamente.