quarta-feira, 20 de março de 2013

Música: David Bowie e Strokes


Olá, amigos!

E depois de muito tempo sem postar nada sobre música, eis que hoje vou falar um pouco das minhas impressões sobre dois álbuns lançados recentemente: “The Next Day”, do David Bowie, e “Comedown Machine”, dos Strokes (na verdade, este só será lançado dia 26 de março, mas a banda já disponibilizou on-line para audição). Quer saber mais? Então sigam-me os bons!

“The Next Day”, David Bowie, 2013

Embora o Bowie não seja um dos meus cantores favoritos, é impossível negar sua importância e influência no mundo da música. Todo mundo já ouviu alguma coisa dele, mesmo que não saiba. O lançamento de um novo álbum depois de 10 anos sem novidades foi algo que chamou minha atenção e decidi conferir.

Da primeira vez que ouvi, achei as músicas todas meio parecidas e repetitivas. Não achei nada inovador e poderia ter ouvido achando facilmente que havia sido produzido nos anos 70.

Apesar disso, não é o tipo de álbum que me irrita a ponto de abandonar após a primeira ouvida. Já escutei outras vezes e me acostumo cada vez mais com a sonoridade. É aquele tipo de disco que não te arrebata de cara, que precisa ser apreciado aos poucos.

No entanto, o que me ganhou de primeira foi o clipe sensacional de “The Stars (Are Out Tonight)”, que traz Bowie e Tilda Swinton como um casal suburbano que passa a ser perseguido pela dupla andrógina de celebridades que mora na casa ao lado e que atormenta os vizinhos com seu som.


Clique AQUI ouvir o novo álbum do Bowie no iTunes.

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“Comedown Machine”, The Strokes, 2013

Já o novo disco dos Strokes, achei mais empolgante, ainda que a falta de uniformidade entre as faixas incomode. A música que abre o disco, "Tap out" é muito bizarra, com uma batida meio latina anos 80. Poderia facilmente fazer parte da trilha sonora de algum filme da época. Outra que também achei estranha e com uns toques meio tecnobrega foi “One way trigger”.

As músicas que mais me lembraram os Strokes mundialmente reconhecidos por “Last night” foram “50 50” e “Partners in Crime”, que trazem a bateria mais marcada do início de carreira da banda.

Não é um disco pelo daqueles para se ouvir de cabo a rabo, mas gostei de algumas músicas. Preciso ouvir mais algumas vezes para dar o veredicto.

Além disso, a segunda faixa do disco, “All the time", recentemente ganhou seu primeiro registro em clipe:


Clique AQUI para ouvir o novo álbum dos Strokes no Pitchfork.

E vocês, o que acharam? Têm alguma banda para indicar?

Beijo

5 comentários:

Eve Fowl disse...

Sabe, eu queria ter seu dom para escrever sobre música...

Acho que nunca escutei nada do Strokes consciente do fato, mas Bowie sim, ate tenho um ou dois discos perdidos no computador.

Acredito mesmo que Bowie tenha o seu valor, mas particularmente, não consigo escutar mais do que uma música dele por dia. Por isso nem me animei com esse anúncio do novo cd.

Adorei o post!

On The Rocks. disse...

não ouvi ainda o do Bowie. ouvi Strokes e tô gostando. eles não são mais os mesmos, eu sei, mas tá valendo.

Buenas.

Thaís Cavalcante disse...

Finalmente o Strokes lançou algo novo. Bem que eles poderiam vir para o Rock in Rio, hein! :\

Um beijão,
Pronome Interrogativo.
www.pronomeinterrogativo.com

Maura C. Parvatis disse...

Ah, The Strokes... Perdi o encanto por eles após o último disco. Mas, ouvi esse novo e gostei de algumas faixas, talvez após ouvir pela segunda, terceira, oitava vez eu me simpatize mais com as canções.
O disco do Bowie não ouvi ainda, vou fazê-lo. Esse clipe está sensacional =D

Beigos,
Maura - Blog da /mauraparvatis.

Michelle disse...

Eve,
É só falar sobre o que você gosta e pronto!

On the Rocks,
O som dos Strokes está bem diferente mesmo. Mas mudar às vezes faz bem, né?

Thaís,
Pois é, finalmente algo novo. Ah... Rock in Rio não encaro não. Não tenho mais pique para festivais...hehe

Maura,
Comigo também foi assim. Não gostei do disco todo, mas achei algumas faixas bem legais.